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	<title>Inspiração</title>
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	<description>Conteúdo sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Brasil e o mundo.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 21:04:38 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Inspiração</title>
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	<item>
		<title>Do sonho de ser padre ao chamado para servir missão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 21:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele cresceu em uma família católica, sonhava em ser padre, mas encontrou o evangelho restaurado e decidiu servir missão. Leia sua história!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Eu sou filho de uma família católica fervorosa, com raízes no interior e no êxodo rural. Como todo bom sertanejo, para os meus avós, ter alguém na família com vocação sacerdotal era o ápice da honra. Eu rezava terços, rosários, não perdia uma festa padroeira e amava os grupos de jovens. Na minha paróquia de bairro, no Recife, eu me tornei coroinha (acólito). Servir ali no altar era, para mim, um privilégio imenso; eu gostava da organização, da liturgia e de como a hierarquia funcionava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu futuro parecia traçado: eu estava determinado a me consagrar a Deus como padre. Meus avós amavam a ideia, meus amigos apoiavam, mas curiosamente, eu nunca vi muito entusiasmo nos olhos da minha mãe. Havia um silêncio da parte dela que, às vezes, plantava uma semente de dúvida em mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E por falar em dúvida, havia um vazio silencioso que me acompanhava. Na maioria dos encontros de jovens, sempre existia aquele momento de êxtase espiritual. As pessoas choravam, falavam em línguas, se emocionavam. Eu buscava, eu batia na porta, mas não sentia nada. Eu me constrangia, porque precisava fingir estar envolto por uma atmosfera que não comovia o meu espírito. A música, o ambiente, os cantos&#8230; nada me tocava. Eu me perguntava no silêncio do meu quarto: <em>&#8220;Será que sou só eu? Será que isso é verdade mesmo?&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ilusão começou a ruir em um encontro vocacional. Eu, que acreditava piamente na figura do <em>&#8220;persona in Christi&#8221;</em> (a pessoa de Cristo no sacerdote), fui duramente impactado pela &#8220;humanidade&#8221; e pelas falhas que presenciei e ouvi ali. Voltei frustrado, triste e reflexivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que eu não sabia é que Deus já estava preparando o meu caminho meses antes. Em 2004, época da visita do Presidente Hinckley ao Brasil, eu estava no 3º ano do ensino médio. Na biblioteca do colégio, li uma reportagem na revista sobre a Igreja. Fiquei intrigado com a &#8220;cidade no deserto&#8221; e fui buscar mais no <em>Almanaque Abril</em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dias depois, vi os missionários passarem por mim no ônibus. <em>&#8220;Devem ser espiões americanos&#8230; ou espíritas&#8221;</em>, pensei. Noutro dia, na rua, vi os Élderes vindo na minha direção e cheguei a dar passos mais curtos, torcendo para que me parassem. Eles passaram direto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até que, alguns meses depois, eles bateram na casa do meu tio, que morava ao lado da casa da minha avó, onde eu residia. Minha tia me avisou que os &#8220;mórmons&#8221; voltariam naquela semana. Eu me preparei. Estava pronto para o combate, com as pedras nas mãos para dizer o clássico <em>&#8220;nasci católico e morrerei católico&#8221;</em> e dar uma lição naqueles rapazes.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Willian-batismo.jpg" alt="" class="wp-image-163264"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A lógica da fé, a proibição e a camisa branca</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os missionários chegaram, eu estava armado. Comecei a metralhar perguntas difíceis sobre o como, o porquê e o quando da igreja deles. Esperava que eles fossem superficiais, mas a abordagem doce e pura deles me desarmou completamente. Eles tinham respostas para tudo: apóstolos, profetas, chaves, autoridade (e tudo fazia sentido… o que eu eu poderis comntra argumentar?).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como estudante apaixonado por História e fascinado pelas civilizações das Américas (Incas, Astecas), ouvir sobre o Livro de Mórmon não pareceu um absurdo. Fez um sentido lógico esmagador. Se Jesus havia ministrado em Jerusalém, por que não visitaria Suas outras ovelhas nas Américas? Cada ensinamento se encaixava perfeitamente. Não havia como argumentar contra a verdade quando ela também fazia sentido para o intelecto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que o meu envolvimento chamou atenção. Minha avó me chamou para uma conversa séria. Ela reafirmou nossa cultura e a fé da família e deu a sentença: os missionários não poderiam mais fazer reuniões na casa dela. Tentei receber as palestras na casa de membros próximos, mas não funcionou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Decidi, então, ir até a capela. Peguei um ônibus para um bairro distante, ainda com aquele sentimento defensivo de que, se falassem alguma heresia, eu iria intervir. Mas, para a minha surpresa, tudo ali era sobre Jesus Cristo. Era um domingo de Jejum e Testemunhos. Eu não entendi absolutamente nada do que estava acontecendo. Pessoas subiam no púlpito para falar de forma espontânea, e eu me perguntava como a &#8220;igreja verdadeira&#8221; podia ter tão pouca gente. Para quebrar o gelo e me acalmar, os missionários sentaram comigo e ficaram me mostrando seus álbuns de fotografias familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem poder receber visitas no Recife, tomei uma decisão radical: voltei a morar no interior, em Carpina, a 60 km de distância, com a minha mãe. Antes de ir, os Élderes me fizeram prometer que eu procuraria a Igreja no domingo. Lembrando que todo mundo que eu vi na capela do Recife usava preto e branco, não quis destoar. Vesti uma calça preta e uma camisa branca novinha, só me faltou a gravata, e fui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lá, reencontrei os missionários e recomecei as lições. Minha mãe me recebeu bem, mas meu padrasto se tornou uma muralha. Como eu tinha apenas 17 anos, ele controlava minhas saídas com uma perseguição sem sentido: se eu fosse à Igreja no domingo de manhã, não podia ir à tarde; se fosse nesta semana, não iria na próxima.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1600" height="1061" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-26-at-16.13.51-2.jpeg" alt="" class="wp-image-163263"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O batismo secreto e o chamado para Manaus</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Eu precisava esperar completar 18 anos. Meus pais tinham muitas ideias erradas sobre a Igreja e se recusaram a assinar a autorização de batismo. O dia do meu batismo foi especial, mas tenso. Eu planejava sair escondido, com o coração na mão, temendo ser barrado na porta. Mas houve uma providência divina: um imprevisto segurou toda a minha família no Recife naquele dia. A casa ficou vazia o tempo exato para eu ir à capela, descer às águas e voltar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não havia ninguém da minha família lá, apenas os amigos da ala e os missionários. Mas o sentimento&#8230; ah, o sentimento era inegável. Era verdadeiro, tinha poder e autoridade. Quando meus pais chegaram em casa, quiseram fazer uma &#8220;reunião&#8221; para me dizer que eu deveria pensar melhor antes de tomar aquela decisão. Apenas sorri por dentro; já estava feito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início, eu não queria servir missão. Queria estudar e viver a minha vida. Havia um estigma de que as pessoas só se batizavam na Igreja para &#8220;viajar para os Estados Unidos&#8221;, e eu queria provar o contrário. Mas o meu bispo se tornou meu mentor e meu melhor amigo. Ele me ensinou na prática como ser um discípulo de Jesus, ajudando-me com leituras e com o verdadeiro arrependimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o testemunho ardeu no peito, a decisão foi natural. Fui à secretaria e tranquei meus cursos de História na UFPE e Administração em Comércio Exterior na FAFIRE. As pessoas me chamaram de louco, pediram para eu medir as consequências e o tanto que eu iria perder. Minha única resposta mental era <a href="https://www.churchofjesuschrist.org/study/scriptures/nt/philip/3?lang=por" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Filipenses 3:8</a>: considerei tudo como perda pela excelência do conhecimento de Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recebi minha Bênção Patriarcal e fui ao templo receber minha investidura. Lá dentro, minha alma gritava: <em>&#8220;O mundo precisa saber disso, a obra de Deus é grandiosa!&#8221;</em> Dias antes do meu chamado chegar, orei em silêncio: <em>&#8220;Senhor, me manda para qualquer lugar&#8230; menos para Manaus. Eu não gosto muito de peixe.&#8221;</em> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o bispo me chamou em sua sala para abrir a carta (já que eu não podia fazer isso em casa), meus olhos bateram nas palavras: <em>Missão Brasil Manaus</em>. Um frio subiu pela espinha, mas logo meu coração se aqueceu. <em>&#8220;Tá certo, Jesus. Você escutou. Eu vou.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu não tinha dinheiro para o enxoval. Uma família paupérrima da ala, que muitas vezes ia à Igreja com roupas brancas já rasgadas e gastas, me presenteou com uma camisa branca novinha. Na missão, toda vez que eu vestia aquela camisa, eu lembrava do sacrifício deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dia da minha partida foi gélido e nublado. Minha mãe estava triste, e apenas meus líderes me levaram ao aeroporto. No CTM, enquanto todos recebiam cartas e pacotes num mundo colorido, eu vivia a solidão. Escrevia toda semana para casa, temendo estar decepcionando meus pais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira carta da minha família só chegou nas minhas mãos três meses depois, já no campo. Em Manaus, enfrentei sol, chuva, companheiros difíceis e a saudade constante da minha mãe. Mas não havia tempo para reclamar: eu levantei a cabeça e fui trabalhar. Parei 2 anos da minha vida para crescer 20.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Willian-familia.jpg" alt="" class="wp-image-163265"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O retorno, o templo e a missão contínua</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Voltei do campo missionário ainda mais engajado. Coloquei o Senhor em primeiro lugar, mas a vida real cobra o seu preço. Eu era um rapaz &#8220;liso&#8221;, sem dinheiro no bolso, tentando insistentemente encontrar uma namorada, uma tarefa quase impossível nessas condições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fui à luta. Morando no interior e fazendo estágio na capital, retomei os estudos e o trabalho. Minha rotina era implacável: eu dormia apenas 3 a 4 horas por noite. O cansaço era extremo, mas a resiliência forjada nas ruas de Manaus me manteve de pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até que veio a bênção profissional que eu jamais imaginei: consegui um emprego no Templo do Recife, trabalhando como secretário do Presidente do Templo. Aquilo foi o ápice da minha realização pessoal e profissional até aquele momento. Não apenas pelo cargo, mas pelo privilégio de trabalhar diariamente na Casa do Senhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, encontrei minha companheira eterna… no templo, era é irmã de um companheiro do meu companheiro de missão; me casei e formamos a nossa família. Hoje, ver nossos dois filhos crescendo dentro do convênio e desfrutando das bênçãos de um lar centrado no evangelho é a prova viva de que valeu a pena cada sacrifício, cada perseguição, cada lágrima. Eles nunca precisarão passar pelos conflitos religiosos que eu passei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minha missão não acabou. Sinto que ser um discípulo de Jesus Cristo é um trabalho para a vida inteira. Eu ainda caio, eu ainda duvido, eu ainda preciso me arrepender constantemente. A vida não é um roteiro perfeito. Mas eu sei, no fundo da minha alma, que essa Igreja é verdadeira. Eu confio no meu Salvador. E quando olho para trás, desde o jovem coroinha angustiado até o pai de família que sou hoje, posso ver a mão de Deus me guiando em exatamente cada fase desta jornada. A eternidade está só começando.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/missionario-retornado-cria-aplicativo-ia-revenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Missionário retornado cria empreendimento inovador após lançar seu próprio aplicativo</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/fracassei-como-missionario-e-so-entendi-a-licao-10-anos-depois/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Fracassei como missionário”, e só entendi a lição 10 anos depois</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/historia-conversao-xiomara-lopez-retorno-igreja/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Tudo aconteceu para me tornar a mulher que sou hoje”</a></li>
</ul>



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			</item>
		<item>
		<title>Fraturei meu pé na missão e descobri o propósito que Deus tinha para mim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 20:36:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Missionária compartilha como uma fratura na missão parecia o fim de um sonho, mas se tornou a resposta inesperada para uma oração antiga.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em julho de 2022, recebi meu chamado missionário para servir na Missão Brasil Vitória. Eu estava muito ansiosa e, ao mesmo tempo, extremamente animada. Desde que fui batizada, sentia que servir missão era algo que eu precisava fazer. Meu maior desejo era servir ao Senhor, ajudar as pessoas e crescer tanto pessoal quanto espiritualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto, quando cheguei ao campo missionário, fomos recebidos pelo Presidente e Sister Turner, meus primeiros líderes de missão, e também por nossos treinadores. Logo no primeiro dia participamos de um devocional de boas-vindas que foi muito especial. Senti o Espírito de maneira muito forte. Eles falaram sobre a importância do nosso chamado e do nosso propósito como missionários. Também tivemos a oportunidade de compartilhar nosso testemunho de Jesus Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final do devocional, a Sister Turner entregou um envelope para cada missionário e pediu que escrevêssemos nossas metas pessoais para a missão: aquilo que mais desejávamos alcançar durante aquele período. Lembro de olhar para o papel e pensar: &#8220;O que eu mais desejo neste momento?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquela época, fazia anos que eu me perguntava qual era a minha verdadeira vocação. Eu gostava de muitas áreas diferentes, mas nunca conseguia decidir qual caminho seguir, e isso me preocupava bastante. Então escrevi uma das minhas principais metas: <em>&#8220;Encontrar minha verdadeira vocação.&#8221;</em> Também escrevi outros objetivos relacionados ao meu crescimento pessoal e espiritual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fechei o envelope e o entreguei. A Sister Turner nos disse que, ao final da missão, ele seria devolvido para que pudéssemos ver se havíamos alcançado aquelas metas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo passou, e a missão começou a me ensinar muito mais do que eu imaginava. Aprendi a amar ainda mais as pessoas. Sentia uma grande alegria ao ensinar o evangelho e servir ao Senhor. Todos os dias eu procurava dar o meu melhor e me esforçava para cumprir meu chamado com todo o meu coração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Até que, um dia, tudo mudou.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante um P-Day de distrito, estávamos participando de algumas brincadeiras. Em uma delas, eu precisava correr e ser bastante ágil. O chão estava um pouco escorregadio e eu não estava usando um calçado adequado. Acabei escorregando e senti meu pé torcer. No mesmo instante, ouvi um estalo muito forte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No começo, eu não entendi exatamente o que havia acontecido. Curiosamente, a dor ainda não era tão intensa, mas percebi que meu pé estava inchando muito rápido, de uma forma que eu nunca tinha visto antes. Tentei dar alguns passos, mas ouvi outro estalo e senti uma dor muito forte. Foi nesse momento que percebi que algo realmente estava errado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fui imediatamente para o hospital. Eu nunca havia quebrado um osso antes, então não fazia ideia do que esperar. No início, pensei que fosse apenas uma lesão simples e fiquei preocupada imaginando que talvez não pudesse andar por alguns dias. Mas, quando o médico me informou que eu havia fraturado o pé, fiquei completamente devastada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não seriam apenas alguns dias sem caminhar. Seriam meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele momento, muitas perguntas passaram pela minha cabeça. Eu não poderia mais sair para ensinar as pessoas como antes. Como eu iria cumprir meu chamado? Como poderia continuar vivendo meu propósito como missionária?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa época, eu já tinha um novo presidente de missão: o Presidente Barbosa. Ele foi extremamente atencioso comigo e fez tudo o que pôde para que eu continuasse servindo de acordo com minhas novas circunstâncias. Ele me chamou para servir como Sister de Mídia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa função, eu poderia trabalhar entrando em contato com referências, administrando a página da missão e ajudando na divulgação do evangelho. Além disso, continuei ensinando pessoas por videochamadas, algo que foi uma grande bênção naquele período.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Valentina-fratura-1.jpg" alt="" class="wp-image-163260"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Oportunidades que surgem em meio as dificuldades</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto cuidava da página da missão, passei a pensar constantemente em maneiras de levar o evangelho a mais pessoas por meio das redes sociais. Gravava vídeos ensinando princípios do evangelho, convidava outros missionários para gravarem seus testemunhos e mensagens, editava os vídeos e criava conteúdos que pudessem alcançar ainda mais pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sorte, eu já tinha um conhecimento básico de edição, o que me ajudou bastante nesse trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi durante essa experiência que percebi algo muito importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu realmente amava criar conteúdos e cuidar das redes sociais da missão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez, senti que havia encontrado aquilo que queria fazer profissionalmente. E então entendi que, justamente por causa daquela experiência tão difícil, o Senhor estava me ajudando a descobrir a resposta para uma oração que eu fazia havia anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisei voltar para casa dois meses antes do fim da missão para continuar minha recuperação, mas finalizei meu serviço como missionária de serviço. Mesmo com todas as limitações, pude ensinar muitas pessoas, ajudar pessoas a conhecerem o evangelho e acompanhar algumas delas até o batismo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Valentina-fratura-2.jpg" alt="" class="wp-image-163259"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Procurei mais &#8220;luz e conhecimento&#8221; e encontrei minha vocação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando minha missão terminou, a primeira coisa que fiz foi me matricular na <a href="https://www.byupathway.edu/pt?cid=brand-search|paidsearch|google|byupw|brz|portuguese&amp;kw=byu%20pathway%20worldwide&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=23409432188&amp;gbraid=0AAAAADJp7yZJ3Yx6smWZCnGydYm-TOwTe&amp;gclid=Cj0KCQjwxvjRBhC2ARIsAI7KJa1w6uhmnCGiERP41fOXkMxn-OMnphohOp9HyuAvkyWdFG43UVIgJYAaAngSEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BYU-Pathway</a> para estudar Marketing Digital e Comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns meses depois, consegui um trabalho exatamente nessa área, no Mais Fé, onde atualmente atuo como social media.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que mais amo no meu trabalho é saber que posso usar os conhecimentos que adquiri durante a missão, desenvolver os talentos que o Senhor me deu e continuar compartilhando o evangelho, apenas de uma forma diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, quando olho para trás, percebo que todas as experiências que vivi, tanto as boas quanto as difíceis, me trouxeram até aqui. Consigo ver claramente que o Senhor esteve ao meu lado em todos os momentos, mesmo quando eu não entendia o motivo das coisas estarem acontecendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquela fratura parecia, na época, o fim de um sonho. Mas hoje percebo que ela também foi o início de um propósito que Deus já estava preparando para mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência me ensinou que sempre podemos aprender, crescer e encontrar motivos para sermos gratos, mesmo nos momentos mais difíceis. Muitas vezes, Deus responde às nossas orações de maneiras que nunca imaginaríamos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/fracassei-como-missionario-e-so-entendi-a-licao-10-anos-depois/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Fracassei como missionário”, e só entendi a lição 10 anos depois</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/historia-conversao-xiomara-lopez-retorno-igreja/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Tudo aconteceu para me tornar a mulher que sou hoje”</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/missionario-retornado-cria-aplicativo-ia-revenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Missionário retornado cria empreendimento inovador após lançar seu próprio aplicativo</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Jovens da Igreja e Coro do Tabernáculo: Discípulo de Cristo | Ao Vivo em São Paulo" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/9RySyQcjSNk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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			</item>
		<item>
		<title>1 bebê, 40 países e a descoberta de que a Igreja é a mesma no mundo todo</title>
		<link>https://maisfe.org/inspiracao/viajar-em-familia-com-fe-bebe-40-paises/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://maisfe.org/?p=163196</guid>

					<description><![CDATA[<p>A família Sasine levou a filha, antes de ela completar 1 ano a 40 países e descobriu que a Igreja de Jesus Cristo é a mesma em toda parte.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Keith e Chelsea Sasine fizeram história em novembro passado, quando levaram Mia, sua quarta filha, a conhecer 40 países antes de ela completar o primeiro ano de vida. Embora não exista um registro oficial, o International Book of Records aponta que a criança com mais viagens registradas seria um menino de 16 meses que visitou 31 países, número que Mia superou com folga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ficha caiu para a própria família em um lugar inesperado. &#8220;Tudo isso começou quando estávamos em Malta, que foi o 40º país dela&#8221;, contou Chelsea em entrevista ao Deseret News. &#8220;Estávamos no elevador e um inglês perguntou: &#8216;Ah! Essa é a primeira vez que ela sai do país?&#8217; E a gente respondeu: &#8216;Não, na verdade é o 40º país dela.&#8217; A reação dele foi hilária. Ele quase caiu no chão; não conseguia acreditar. Disse: &#8216;Isso só pode ser um recorde mundial!'&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre março e novembro de 2025, a família percorreu países da Europa, da América do Norte e do norte da África. Mas, para os Sasine, o verdadeiro tesouro nunca esteve nos números — e sim nas memórias e nas bênçãos que cada parada trouxe. &#8220;Penso em todas essas lembranças como pequenos pedaços de cola que vão unindo a nossa família&#8221;, disse Keith.</p>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;A gente simplesmente pegou gosto por viajar&#8221;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Keith nasceu e cresceu em South Jordan, Utah, e é cirurgião bucomaxilofacial do Exército dos Estados Unidos, atualmente baseado na Alemanha. Chelsea é natural do Colorado. Juntos, são pais de quatro filhos: Izzy, de 10 anos; Abby, de 9; John, de 4; e Mia, hoje com 18 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O casal se conheceu enquanto Keith estudava na Academia da Força Aérea. Namoraram à distância até que ele pôde deixar a Força Aérea para se casar com Chelsea. Em seguida, foi estudar com ela na BYU–Havaí. Lá, Chelsea trabalhava como agente de rampa para a SkyWest, o que permitia ao casal voar de graça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi quando descobrimos que amávamos viajar&#8221;, lembrou Chelsea. &#8220;Viajávamos nos fins de semana, principalmente para a Ásia, e conhecemos cerca de 30 países nessa época.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois que Keith se formou na BYU–Havaí, ingressou no Exército em Salt Lake City e se mudou para San Francisco, onde cursou odontologia. Durante esses três anos, somados aos cinco anos de residência no Havaí, as viagens ficaram, em grande parte, em pausa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Familia-Sasine-4.jpg" alt="" class="wp-image-163203"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">A mudança para a Alemanha: a oportunidade de uma vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, Keith foi designado para a Alemanha. Cerca de um ano depois, o casal descobriu que esperava o quarto filho, e que Keith teria direito a 12 semanas de licença-paternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sabíamos que podíamos usar esse tempo para nos recuperar da chegada do bebê, e o jeito que a Chelsea gosta de se recuperar é viajando para muitos lugares&#8221;, disse Keith.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos primeiros quatro meses de vida de Mia, a família não fez nenhuma viagem. Em março de 2025, voaram até Porto Rico para visitar parentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Desde o começo, soubemos que tínhamos algo especial na Mia&#8221;, explicou Keith. &#8220;No voo para Porto Rico, colocamos ela em um colchãozinho embaixo do assento da frente, e ela dormiu o voo inteiro, nove horas seguidas. A gente pensou: &#8216;Uau, esse não é um bebê comum para viajar.'&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De volta à Alemanha, decidiram planejar mais viagens à medida que Mia crescia. A maioria dos países foi conhecida em duas grandes viagens de carro pela Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os países que a família Sasine visitou em 2025 foram: Alemanha, Porto Rico (EUA), Luxemburgo, Bélgica, França, Inglaterra, Irlanda, País de Gales, Escócia, Tchéquia, Portugal, Marrocos, Itália, Vaticano, Áustria, Hungria, Sérvia, Bulgária, Romênia, Turquia, Grécia, Albânia, Macedônia do Norte, Kosovo, Montenegro, Bósnia, Croácia, Eslovênia, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Chipre, Suíça, Liechtenstein e Malta.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Familia-Sasine-7.jpg" alt="viajar em família" class="wp-image-163206"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Uma família grande chama a atenção por onde passa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O legal de onde moramos é que a maioria das nossas viagens foi feita na nossa Honda Odyssey&#8221;, contou Keith.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente chamava muita atenção por ter tantos filhos&#8221;, acrescentou Chelsea. &#8220;Muitas vezes as pessoas parabenizavam o Keith. Viam ele carregando a Mia e diziam: &#8216;Mandou bem, pai, está fazendo certo.'&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Viajar com Mia também abriu portas para experiências únicas. &#8220;Isso abre as pessoas&#8221;, disse Chelsea. &#8220;Elas te convidam para entrar na casa delas ou conversam com você no trem. É uma experiência totalmente diferente quando você viaja com um bebê.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">A bondade de estranhos pelo caminho</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de uma vez, a família ficou impressionada com a generosidade de quem encontrava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Enquanto estávamos em Istambul&#8221;, lembrou Keith, &#8220;deixamos o carro parado por alguns dias. Quando estávamos saindo da Turquia, a roda começou a fazer um barulho estranho. As porcas tinham afrouxado por causa do calor. Parei num posto de gasolina e, antes que eu pudesse pedir ajuda, um homem se aproximou e perguntou: &#8216;Você está bem?'&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Keith explicou o que estava acontecendo, e o homem os ajudou a encontrar uma oficina de pneus, servindo de tradutor. &#8220;Ele ficou ali com a gente por uma hora e meia, para garantir que não fôssemos enganados&#8221;, contou. Os mecânicos consertaram o carro e ainda trocaram as pastilhas de freio por um preço muito abaixo do que o casal esperava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de tudo resolvido, o homem que os havia ajudado disse: &#8220;Vocês precisam vir à minha casa, eu preciso alimentar vocês.&#8221; &#8220;Ele nos levou até a casa dele&#8221;, relatou Keith, &#8220;nos apresentou à família, foi comprar comida para nós e, então, comemos pratos típicos turcos no quintal da casa dele.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Familia-Sasine-5.jpg" alt="" class="wp-image-163204"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O mundo inteiro como sala de aula</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que chegaram à Europa, os Sasine passaram a educar os filhos em casa, com Chelsea como principal professora. Para ela, viajar se tornou uma oportunidade educacional única — tanto para os pais quanto para as crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As crianças aprendem tanto viajando&#8221;, disse Chelsea. &#8220;Eu estava preocupada com o ensino em casa e com a forma de prepará-los, mas há muita coisa que se aprende vivendo em um lugar diferente. Por meio dessas experiências, eles aprendem de forma espontânea sobre algarismos romanos, sobre converter moedas e sobre respeitar as culturas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pais se divertem ao descobrir o que fascina cada filho. &#8220;Você nunca sabe o que vai cativar o John&#8221;, disse Chelsea sobre o filho de 4 anos. &#8220;Ele odeia o Coliseu, mas adora as viagens de trem e as vacas atravessando a rua. Ele ama a Ryanair.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eles fazem amigos com muita facilidade na praia ou no parque e, mesmo sem conseguir se comunicar, eles se comunicam. São os melhores comunicadores que existem.&#8221; Keith completou o raciocínio da esposa: &#8220;Isso os ajudou a entender que os amigos deles não são só as pessoas que moram na porta ao lado. Os amigos deles são o mundo inteiro.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando algo dava errado, a família transformava o problema em aprendizado. &#8220;Viajar te ajuda a realmente priorizar a família, porque você tem que resolver os perrengues juntos&#8221;, disse Chelsea. &#8220;Quando acontece alguma coisa ruim, a gente chama de &#8216;atividade de união familiar&#8217; e resolve em equipe.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">As memórias que unem a família</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos benefícios educacionais, Keith e Chelsea viram as aventuras estreitarem os laços da família. &#8220;As memórias são muito poderosas&#8221;, disse Keith. &#8220;A palavra que mais aparece nas escrituras é &#8216;lembrar&#8217;.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;De repente, a Izzy, a Abby ou o John vem falar comigo&#8221;, continuou ele. &#8220;A gente está conversando sobre um assunto qualquer, e eles dizem: &#8216;Ah, você lembra quando estávamos no Marrocos e fomos almoçar com aquela senhora simpática que nos convidou?&#8217; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Penso em todas essas lembranças como pequenos pedaços de cola que unem a nossa família. Quando eles vêm até mim, sem que ninguém peça, e compartilham essas memórias, é sinal de que tudo ficou marcado de verdade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até para a pequena Mia a experiência teve um propósito. Ela conheceu boa parte do mundo presa ao peito do pai, no canguru. &#8220;Eu adoro tirar a licença-paternidade mais tarde&#8221;, explicou Chelsea, &#8220;porque ela fica grudada no Keith e vê o mundo da perspectiva dele.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Muita gente enxerga a licença-paternidade de um certo jeito&#8221;, disse Keith. &#8220;É tipo: &#8216;Ah, você está ajudando a mãe com as crianças, ou cuidando dos filhos enquanto a mãe dorme.&#8217; Mas a gente quis usar a licença como uma forma de eu realmente criar um vínculo com a Mia. Poder viajar desse jeito deixou esse laço muito mais forte.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Familia-Sasine-6.jpg" alt="viajar em família" class="wp-image-163205"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Experiências que fortaleceram a fé</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto viajavam, os Sasine tiveram a oportunidade de frequentar a igreja em dezenas de lugares novos. Como membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, eles encontraram nas reuniões dominicais um dos pontos altos de cada viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sinceramente, ir à igreja é sempre o melhor das nossas viagens&#8221;, disse Chelsea. &#8220;Há tanta beleza nas conexões que criamos, e a maioria delas veio de frequentar a igreja. Sentar ao lado de pessoas do mundo todo e ouvir suas histórias de conversão… o Espírito é sempre muito forte.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo quando era difícil — por causa da distância ou da barreira do idioma —, eles sempre viam bênçãos em participar. O casal também enxergou nas viagens uma chance de ensinar aos filhos a importância de ir à igreja. &#8220;Estamos em viagens únicas na vida&#8221;, disse Keith. &#8220;Em países aos quais talvez nunca voltemos. Mas vamos à igreja.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As crianças são tão boas&#8221;, contou Chelsea. &#8220;Elas sempre vão à segunda hora e à Primária. Muitas vezes é diferente da ala militar americana delas, mas elas cantam os hinos e aprendem as lições. A Abby fez uma meta de sempre compartilhar o testemunho no domingo de jejum, sempre que está em um país diferente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Igreja é verdadeira em Montenegro e em Londres&#8221;, afirmou Chelsea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Keith, viajar trouxe uma percepção marcante sobre a humanidade. &#8220;Isso faz você perceber que somos muito mais parecidos do que diferentes. Boa parte do mundo quer enfatizar: &#8216;É assim que eu sou, e sou eu porque sou diferente.&#8217; Mas, ao visitar todos esses países, você percebe que são todas pessoas vivendo suas vidas, apenas tentando ser boas pessoas. Não importa a raça, a religião, a crença ou o gênero: parecia que temos muito mais em comum do que de diferente.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que as crianças acharam de viajar com um bebê</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os filhos dos Sasine amaram viajar com a irmã caçula tanto quanto os pais. &#8220;Vale muito a pena&#8221;, disse Izzy, a mais velha, que pôde acompanhar a irmãzinha crescer enquanto exploravam o mundo. &#8220;Em Budapeste, tínhamos um hotel com uma janela gigante; ela encostou no vidro, e foi assim que descobrimos que ela tem medo de altura.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No Marrocos&#8221;, contou Abby, &#8220;a gente estava andando de camelo, e ela dormiu em cima do camelo. Quando acordou, estávamos todos de turbante, e ela ficou bem assustada.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perguntado se algum dia foi difícil viajar com um bebê, John, de 4 anos, respondeu à sua maneira: &#8220;Nadinha, nadinha.&#8221; E completou: &#8220;Eu gosto muito da bebê porque ela gosta de brincar com a minha pista de corrida da Patrulha Canina.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada se já havia sentido vergonha da irmã caçula, Abby respondeu: &#8220;Não, na maior parte do tempo eu tenho muito orgulho dela. Todo mundo beija e ama muito ela. Dão um monte de biscoitos e lanchinhos, e adoram beijar as bochechas dela.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada criança também teve suas aventuras favoritas: John disse que a dele foi jogar golfe em Saint Andrews, na Escócia; Abby escolheu a visita ao Domo da Rocha, em Israel; e Izzy ficou com a Mesquita Azul, na Turquia, e os passeios de camelo no Marrocos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Familia-Sasine-3.jpg" alt="viajar em família" class="wp-image-163202"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que vem a seguir para os Sasine</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo ano, a família voltará aos Estados Unidos para se estabelecer em Colorado Springs, cidade natal de Chelsea. O ritmo das aventuras pode mudar, mas o foco permanecerá o mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando voltarmos para os Estados Unidos, talvez seja diferente&#8221;, disse Keith. &#8220;Mas isso não muda o fato de que estar juntos como família e viajar juntos é a forma como criamos memórias e conexões.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o casal, o que mais importou foi passar tempo em família e aproveitar ao máximo a situação em que estavam. &#8220;Tudo começou meio como um &#8216;ei, a gente pode fazer isso&#8217;. Saímos um pouco da zona de conforto e percebemos que era mesmo uma oportunidade única na vida&#8221;, disse Keith.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aproveite ao máximo qualquer situação em que você esteja. O próximo passo pode ser acampar ou viajar de trailer, mas vamos dar esse próximo passo da forma mais plena possível, para aproveitar ao máximo o nosso tempo em família.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.deseret.com/family/2026/06/20/latter-day-saint-family-takes-one-year-old-to-forty-countries/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deseret News</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/missionario-retornado-cria-aplicativo-ia-revenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Missionário retornado cria empreendimento inovador após lançar seu próprio aplicativo</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/historia-conversao-xiomara-lopez-retorno-igreja/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Tudo aconteceu para me tornar a mulher que sou hoje”</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/missao-de-servico-mudou-vida-jovem-sud/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como uma missão de serviço transformou a vida deste jovem santo dos últimos dias</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Hino 1042: Bondoso Deus, que nos conduz - Com Letra | Hinos SUD" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/lFA6WnICR8g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Por que decidi voltar à Igreja de Jesus Cristo depois de 8 Anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elise passou 8 anos longe da Igreja. Veja como uma oração simples mudou tudo e reconstruiu seu testemunho em Cristo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A história de Elise é um testemunho de fé e de reconstrução espiritual. Ela cresceu em Lehi com um testemunho firme. Viveu experiências espirituais inegáveis que marcaram sua juventude. Durante anos, essas vivências foram a sua âncora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, com o tempo, ela caiu na armadilha do perfeccionismo. Começou a ver a religião como uma lista de tarefas a cumprir. Tentou conquistar o céu por méritos próprios, em vez de se apoiar na graça divina. Essa carga mental a foi desgastando aos poucos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O verdadeiro ponto de ruptura começou em seu círculo mais próximo. Várias pessoas a quem ela amava começaram a duvidar de sua fé. Elise não queria vê-las se afastarem. Por isso, tentou buscar respostas para defender o evangelho. Com essa intenção, começou a ler materiais de cunho crítico, como a famosa &#8220;CES Letter&#8221; (Carta ao CES). O efeito dessas leituras foi imediato e devastador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de encontrar argumentos para defender a sua posição, sua própria fé desmoronou por completo. Sentiu que seu testemunho se quebrava em mil pedaços, como um cristal ao cair das mãos. De repente, o mundo que ela conhecia desapareceu. Ela ficou completamente perdida e com sérias dúvidas sobre a própria existência de Deus. A dor da dúvida a mergulhou em uma profunda crise de identidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Elise-e-sua-familia.jpg" alt="" class="wp-image-163170"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a tempestade atingiu o lar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa tempestade espiritual afetou com força a sua vida familiar. Seu lar deixou de ser um refúgio seguro. A falta de comunicação levantou uma barreira invisível, mas gigante, entre ela e o marido. Nenhum dos dois sabia como falar sobre o assunto sem machucar o outro. O silêncio alimentou uma distância insustentável. A solidão dentro do casamento se tornou tão dolorosa que Elise chegou a pedir o divórcio. Ela sentia que os dois já não compartilhavam o mesmo universo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Decidida a romper definitivamente com o seu passado, tomou decisões drásticas. Retirou a investidura do templo e deixou de assistir às reuniões dominicais. Passou oito longos anos buscando a verdade em todas as direções. Explorou novas filosofias e estilos de vida. No entanto, o vazio interior não desaparecia. Vivia uma vida dupla diante de quem a cercava, uma rotina que acabou por esgotá-la emocionalmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Elise-e-sua-familia-2.jpg" alt="retorno a igreja" class="wp-image-163172"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Uma oração simples que mudou tudo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança definitiva chegou numa noite de total desespero. Elise tocou o fundo espiritualmente. De joelhos no chão, fez uma oração muito simples, curta e honesta. Deixou de lado o orgulho e a teologia. Admitiu abertamente que não sabia de nada, mas reconheceu que precisava desesperadamente de Deus. Não houve reclamações, apenas uma entrega total a partir da vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta não tardou. Naquele mesmo instante, uma sensação avassaladora de graça a envolveu por completo. O poder da Expiação se tornou real para ela. Fez com que se sentisse completamente compreendida, perdoada e amada pela primeira vez em muitos anos. Ela não recebeu respostas intelectuais para suas dúvidas históricas, mas recebeu cura para a sua alma ferida.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Elise-e-sua-familia-1.jpg" alt="" class="wp-image-163171"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">A reconstrução: do Salvador para tudo o mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Seu retorno à fé foi um processo lento e paciente. Começou diretamente com uma conexão pessoal com o Salvador. A partir desse pilar, iniciou a reconstrução gradual de seu caminho no evangelho restaurado. No início, ela sentiu medo e resistiu às impressões constantes do Espírito. Lutou especialmente contra a ideia de voltar a usar a roupa sagrada do templo. Por fim, cedeu à voz sutil, e esse passo amoleceu o seu coração por completo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro passo fundamental foi o perdão. Ela aprendeu a oferecer a Joseph Smith a mesma graça e paciência que havia recebido da Expiação. Compreendeu a diferença entre a doutrina perfeita e os homens imperfeitos. Com um olhar novo, voltou a abrir o Livro de Mórmon. Para sua surpresa, redescobriu a presença viva de Jesus Cristo em cada uma de suas páginas. O livro já não era um objeto de debate, mas um mapa em direção ao Salvador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto de sua transformação pessoal curou também o seu lar. Ela e o marido decidiram lutar pela sua história. Fizeram terapia de casal e aprenderam a se ouvir sem julgamentos e sem medo. Assim conseguiram derrubar os muros do passado, reencontrar-se e salvar o casamento. O amor renasceu sobre uma base muito mais madura e transparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o ambiente da casa mudou por completo. Hoje ela vê, com profunda alegria, como seus filhos sentem o Espírito de forma genuína. Os pequenos gostam de ir à igreja e de viver o evangelho sem pressões. Elise olha para trás e se admira de sua própria trajetória. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Elise nunca imaginou que voltaria ao ponto de partida. Hoje testifica que o Salvador esteve a buscá-la pacientemente o tempo todo. Seu testemunho atual está reconstruído. É imperfeito e tem cicatrizes, mas tornou-se inabalável, porque repousa firmemente sobre Jesus Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://masfe.org/temas/para-meditar/porque-decidi-volver-iglesia-8-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Masfe.org</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/historia-conversao-xiomara-lopez-retorno-igreja/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Tudo aconteceu para me tornar a mulher que sou hoje”</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/fracassei-como-missionario-e-so-entendi-a-licao-10-anos-depois/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Fracassei como missionário”, e só entendi a lição 10 anos depois</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/oracao-dos-missionarios-mudou-familia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Uma oração na porta de casa e o começo de uma nova vida</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Hino: Posso orar como Joseph orou - Com Letra | Hinos SUD" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/OR7PO2CZlLU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>Os momentos mais cristãos da Copa do Mundo de Futebol 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Orações, mensagens bíblicas e demonstrações de fé marcaram a Copa do Mundo 2026. Veja os momentos mais inspiradores dos jogadores cristãos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto milhões de pessoas acompanham a Copa do Mundo de 2026 pelos gols, pelas surpresas e pelas grandes estrelas do futebol, outras atitudes vêm chamando a atenção além dos placares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em diferentes estádios, jogadores e seleções inteiras têm aproveitado o maior palco esportivo do planeta para expressar publicamente sua fé em Deus. Alguns se ajoelharam em oração após uma vitória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros agradeceram depois de uma derrota. Vários exibiram mensagens inspiradas nas escrituras e até se reuniram com adversários para orar juntos ao término das partidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um torneio onde a competição é intensa, essas cenas estão lembrando algo importante. Para muitos atletas, sua identidade não começa no futebol nem termina em um resultado. Sua fé continua ocupando o primeiro lugar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Copa-do-Mundo-1.jpg" alt="" class="wp-image-163137"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Alemanha e Curaçao</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais comentados aconteceu após a partida entre as seleções da Alemanha e de Curaçao.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do apito final, vários jogadores das duas equipes formaram um círculo no meio do campo e fizeram uma oração juntos. Entre os atletas alemães que participaram estavam Jonathan Tah e Felix Nmecha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imagem chamou a atenção porque ocorreu após um jogo com ampla diferença no placar. A Alemanha havia vencido Curaçao por sete gols, mas isso não impediu que os dois times se reunissem para agradecer a Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais tarde, Felix Nmecha explicou o significado daquele momento:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Somos rivais durante a partida, mas depois do jogo todos somos cristãos e irmãos. Jesus é glorificado por meio do esporte.”</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Copa-do-Mundo-2.jpg" alt="" class="wp-image-163138"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Círculos de oração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seleção de Curaçao transformou esse tipo de momento em um hábito. Antes das partidas, os jogadores costumam se reunir em círculo para orar, agradecer a Deus e compartilhar palavras de encorajamento e fé antes de entrarem em campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cena lembrou que o evangelho tem o poder de unir pessoas de diferentes culturas, idiomas e países sob uma mesma fé em Jesus Cristo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Copa-do-Mundo-3.jpg" alt="" class="wp-image-163139"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Panamá</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas pessoas, é fácil agradecer quando tudo dá certo. O desafio é fazê-lo quando o resultado não é o esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após uma de suas partidas na Copa do Mundo, vários jogadores da seleção do Panamá permaneceram no gramado para orar juntos mesmo depois da derrota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Longe das comemorações e das câmeras voltadas para os vencedores, eles escolheram reservar um momento para falar com Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fé verdadeira não depende apenas das vitórias. Ela também se manifesta quando decidimos confiar no Senhor em meio às decepções e aos desafios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Copa-do-Mundo-4.jpg" alt="cristãos copa do mundo 2026" class="wp-image-163140"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Gana</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seleção de Gana também protagonizou um dos momentos espirituais do torneio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após conquistar uma importante vitória, os jogadores se reuniram para oferecer uma oração de gratidão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de atribuírem o sucesso apenas ao talento ou ao esforço humano, decidiram reconhecer publicamente a Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gratidão é uma característica constante dos discípulos de Jesus Cristo. Reconhecer a mão do Senhor nos momentos felizes ajuda a preservar a humildade quando chegam as conquistas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/RD-Congo.jpg" alt="cristãos copa do mundo 2026" class="wp-image-163141"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">República Democrática do Congo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de sua estreia na Copa do Mundo, vários integrantes da seleção da República Democrática do Congo reuniram-se para orar juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do resultado, o grupo decidiu dedicar tempo para agradecer pela oportunidade de representar sua nação em um dos maiores eventos esportivos do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, a maior vitória não é erguer um troféu, mas reconhecer que cada oportunidade recebida é uma bênção que vem de Deus.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Estados-Unidos.jpg" alt="cristãos copa do mundo 2026" class="wp-image-163142"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Estados Unidos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos momentos mais marcantes aconteceu após a vitória dos Estados Unidos sobre o Paraguai por 4 a 1. O defensor Mark McKenzie reuniu jogadores e membros da comissão técnica para formar um círculo de oração no gramado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cena foi compartilhada pela página Ballers In God acompanhada de uma frase que rapidamente se espalhou pelas redes sociais:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ganhe ou perca, Jesus continua sendo Rei.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação também citou Provérbios 3:5, destacando que a equipe havia colocado aquele momento nas mãos de Deus, independentemente do resultado esportivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">McKenzie tem falado abertamente sobre sua fé cristã há anos. Em diversas entrevistas, explicou que sua principal identidade não vem do futebol, mas de seu relacionamento com Jesus Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dele, vários jogadores norte-americanos, como Christian Pulisic, Weston McKennie, Chris Richards e Matt Freese, também compartilharam publicamente sua fé e sua participação em estudos bíblicos e reuniões de oração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vitória pode ser motivo de alegria, mas os discípulos de Cristo entendem que nenhum resultado esportivo define quem eles realmente são.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Jogadores que também aproveitaram a Copa para testemunhar sua fé</h1>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Estados-UFelix-Nmecha-%E2%80%94-Alemanha.jpg" alt="Jogador cristão da Alemanha de joelhos no gramado." class="wp-image-163143"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Felix Nmecha — Alemanha</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O meio-campista alemão Felix Nmecha protagonizou uma das comemorações mais comentadas do torneio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após marcar um gol, fez um gesto simbólico como se estivesse entregando uma coroa ao céu, uma coroa a Jesus. A imagem foi amplamente compartilhada entre cristãos por causa da mensagem transmitida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos crentes, o talento não é um fim em si mesmo. É uma oportunidade de direcionar a atenção para Deus.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Lyle-Foster-%E2%80%94-Africa-do-Sul.jpg" alt="Jogador cristão ajoelhado orando." class="wp-image-163144"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Lyle Foster — África do Sul</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após a estreia da África do Sul, o atacante Lyle Foster foi visto ajoelhado no gramado em atitude de oração. Não precisou de um discurso nem de uma entrevista para transmitir uma mensagem; seu gesto foi suficiente para demonstrar gratidão e reverência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas das expressões de fé mais poderosas também são as mais simples.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Ben-Doak-%E2%80%94-Escocia.jpg" alt="cristãos copa do mundo 2026" class="wp-image-163145"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Ben Doak — Escócia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algo semelhante aconteceu com Ben Doak, uma das jovens promessas da Escócia. Ao término de sua partida, ele também foi visto ajoelhado em oração no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um torneio onde todas as atenções estão voltadas para o desempenho esportivo, seu gesto lembrou que existem prioridades que vão além da competição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma pessoa sabe quem é diante de Deus, não precisa que um resultado determine seu valor.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Crysencio-Summerville-%E2%80%94-Paises-Baixos.jpg" alt="cristãos copa do mundo 2026" class="wp-image-163147"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Crysencio Summerville — Países Baixos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de marcar um gol pela seleção dos Países Baixos, Crysencio Summerville apontou para o céu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse gesto tornou-se uma forma comum de muitos atletas cristãos expressarem gratidão a Deus pelas oportunidades recebidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer o Senhor nos momentos de sucesso é uma maneira de lembrar que toda boa dádiva vem Dele.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Jeremy-Doku-%E2%80%94-Belgica.jpg" alt="cristãos copa do mundo 2026" class="wp-image-163148"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Jeremy Doku — Bélgica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do início da partida da Bélgica, as câmeras flagraram Jeremy Doku em um momento de oração pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto milhares de pessoas enchiam as arquibancadas, ele reservou alguns instantes para buscar a Deus antes de entrar em campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os grandes desafios costumam revelar onde está depositada nossa confiança.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Armando-Gonzalez-%E2%80%94-Mexico.jpg" alt="Jogador do México de joelhos fazendo uma oração." class="wp-image-163150"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Armando González — México</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O atacante mexicano Armando González permaneceu ajoelhado no gramado após o término de sua partida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu gesto de gratidão foi uma das imagens mais compartilhadas entre os torcedores cristãos durante a primeira rodada da Copa do Mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fé nem sempre precisa de palavras. Às vezes, uma ação simples comunica mais do que um longo discurso.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Emmanuel-Agbadou-%E2%80%94-Costa-do-Marfim.jpg" alt="Jogador mostrando a camisa com oração escrita." class="wp-image-163151"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Emmanuel Agbadou — Costa do Marfim</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O defensor marfinense Emmanuel Agbadou exibiu uma mensagem sob sua camisa que chamou a atenção de milhares de pessoas. A frase dizia:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Sustenta-me segundo a tua promessa, para que eu viva, e não permitas que a minha esperança seja envergonhada. Amém.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem foi inspirada nas escrituras e demonstra confiança nas promessas de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à pressão, à incerteza e às expectativas do esporte profissional, as promessas do Senhor continuam sendo uma fonte de força para Seus filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A fé nesta Copa do Mundo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os gols continuarão ocupando as manchetes, e os resultados definirão quem levantará a taça. No entanto, para muitos jogadores, a Copa do Mundo de 2026 também se tornou uma oportunidade para compartilhar aquilo que consideram mais importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja por meio de uma oração após uma derrota, de uma expressão de gratidão depois de uma vitória ou de uma mensagem inspirada nas escrituras, esses atletas estão lembrando que existe algo maior do que o esporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futebol pode unir nações por algumas semanas. Jesus Cristo tem o poder de unir corações para sempre. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://masfe.org/temas/inspiracion/momentos-mas-cristianos-mundial-futbol-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Masfe.org</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/jogadores-da-copa-do-mundo-que-sao-cristaos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">14 jogadores da Copa do Mundo que são cristãos</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/entretenimento/futebol-fe-copa-do-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Futebol e fé combinam? Veja exemplos na Copa do Brasil</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/testemunho-e-paixao-por-futebol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O testemunho que começou com uma paixão pelo futebol</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Fracassei como missionário&#8221;, e só entendi a lição 10 anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 21:48:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terminei a missão achando que tinha fracassado. Dez anos depois, uma ligação inesperada me mostrou o fruto que eu nunca esperei ver. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Servir missão nunca foi, para mim, uma decisão difícil. Fazia parte de quem eu sou. Meus pais foram batizados por missionários, as escrituras sempre estiveram dentro da minha casa, e meu irmão mais velho serviu em Salvador, na Bahia, foi um exemplo enorme para mim. Então, desde cedo, estava claro no meu coração que aquele era o meu caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na minha cabeça, um bom missionário era aquele que pregava a todos, que estava sempre feliz, que falava de Jesus Cristo não só com palavras, mas nos atos e até no jeito de falar. E, claro, os batismos eram o resultado natural de tudo isso. Eu acreditava muito nisso. Talvez acreditasse demais, porque, no fim, eu ainda media o meu trabalho pelo que eu conseguia ver crescer, e não pelo que eu plantava.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Daniel-na-missao-4.jpg" alt="" class="wp-image-163086"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A última área</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Terminei a missão numa das áreas mais difíceis em que servi. Todo mundo conhecia aquela área, ela tinha um histórico complicado, mas também já tinha recebido bons missionários que fizeram um bom trabalho ali. Então cheguei com essa mentalidade:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É difícil, mas é uma área onde quem se dedica consegue ver fruto.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era um lugar gigante. Para você ter ideia, levava de três a quatro horas para atravessar de uma ponta à outra caminhando. Eu tinha uma bicicleta, mas ainda assim era enorme, e, ao mesmo tempo, muito vazio. Um lugar bem de interior, com pouca gente. Isso tornava o trabalho difícil de um jeito que é difícil de explicar para quem nunca passou por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa das paredes, eu tinha um lembrete escrito em espanhol: <em>&#8220;Podemos pensar que não há nada a fazer, ou podemos simplesmente fazer algo.&#8221;</em> Não tem uma grande história por trás daquele bilhete.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era só uma frase para me lembrar, todos os dias, de que mesmo quando não há progresso visível, mesmo quando não há ninguém para ensinar, ainda existe uma escolha: ficar parado no desânimo ou fazer alguma coisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu estava finalizando a missão e queria ter algum resultado, famílias para ensinar, pesquisadores progredindo, batismos, confirmações. E não era essa a minha realidade ali. Por isso, aquela reta final pesou um pouco mais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Daniel-na-missao-3.jpg" alt="fracassei como missionário" class="wp-image-163085"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A família que eu não fui procurar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Foi nesse cenário que conheci aquela família. Para ser sincero, não fomos nós que os encontramos, eles eram parentes de uma família muito firme na Igreja, e o bispo nos pediu para visitá-los e nos aproximar deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu lembro bem: era uma noite, já no finalzinho do dia, quando fomos até a casa deles. A gente nem sabia direito como se aproximar de uma família de menos ativos, não sabíamos se seriam receptivos, se nos receberiam bem. Mas eles foram amorosos desde o primeiro instante. Receptivos, carinhosos, pessoas maravilhosas. Foi fácil amá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabei ensinando aquela família e também a filha mais nova, uma menina de apenas nove anos. E aqui preciso ser honesto sobre algo que talvez não soe muito &#8220;missionário&#8221;: eu não tinha tanta fé nos frutos que aquele batismo geraria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não era falta de amor. A gente batizou aquela criança com muito carinho e com esperança. Mas ela era uma criança, e uma criança precisa de todo um suporte para progredir no evangelho. Depende dos líderes, depende da família, depende de muitas decisões que não estavam nas mãos dela.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minha esperança na permanência dela, sozinha, não era tão alta. Eu torcia para que a família apoiasse, mas sabia o quanto isso é difícil. Na minha cabeça de missionário, era mais um &#8220;estou batizando, estou fazendo a minha parte pela salvação dela&#8221;, mas com um certo pé atrás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dia do batismo, mesmo assim, foi de muita alegria. Aquela menina sempre foi alegre, muito inteligente, aprendia tudo o que ensinávamos com uma rapidez impressionante. A gente estava genuinamente feliz naquele dia. Eu estava feliz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A pergunta que ficou</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a missão terminou, eu não voltei para casa me sentindo um fracasso, eu tive áreas maravilhosas, momentos de muito fruto. Mas eu me comparava muito com as minhas áreas anteriores. E aquela última área deixou em mim uma pergunta silenciosa: <em>será que eu poderia ter feito mais?</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a gente é jovem, acredita que tudo precisa ser imediato. Que o resultado de uma missão se mede em números e batismos. Eu acreditava muito nisso. Meu irmão serviu na Bahia e batizou muita gente. A maioria dos meus amigos serviu em lugares onde se batizava demais. Então os números ocupavam um espaço grande na minha cabeça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que eu ainda não entendia é que o Senhor não conta números. Ele conta cada alma. Ele conta a salvação e o arrependimento de cada pessoa, uma por uma.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Daniel-na-missao-2.jpg" alt="" class="wp-image-163084"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ligação, dez anos depois</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta veio quando eu já nem esperava por ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu estava voltando da estaca de carro, num domingo, quando meu antigo companheiro me ligou, o mesmo com quem eu batizei aquela menina. A nossa amizade nunca esfriou; a gente sempre se respeitou e teve um carinho enorme um pelo outro. E ele me disse: &#8220;Daniel, você lembra dela?&#8221; Eu lembrei na hora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele me contou que aquela menina tinha crescido firme no evangelho. Que tinha sido professora. E que agora estava indo servir missão, chamada para Londres, na Inglaterra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu não tinha contato com aquela família havia anos. Praticamente não soube nada deles desde que voltei. Então receber aquela notícia, do nada, foi de tirar o fôlego. A sementinha que eu tinha plantado sem muita esperança não só vingou, ela cresceu, floresceu e agora ia plantar em outros o mesmo que um dia plantaram nela.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Daniel-na-missao-1.jpg" alt="" class="wp-image-163083"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&#8220;Sua missão foi aceita&#8221;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algum tempo depois, eu tive a oportunidade de visitá-la pessoalmente, antes de ela entrar no Centro de Treinamento Missionário. E, depois daquela visita, fui até a casa da missão, numa parte de Buenos Aires.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi ali que aconteceu. Eu senti uma voz, na minha cabeça, no meu coração, me dizendo que a minha missão tinha sido aceita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é que eu vivesse achando que ela não tinha sido aceita. Mas, lá no fundo, tinha aquele sentimento de quem deu tudo de si e ainda assim se pergunta se foi suficiente. Eu trabalhei muito. Eu me dediquei de verdade, estava ali realmente pelo Senhor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E eu queria ter visto mais resultado. Naquele momento, na casa da missão, ouvi do Senhor, dentro do meu coração, que estava tudo certo. Que tinha sido aceita. Foi uma confirmação espiritual, emocional e quase física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E vou te contar uma coisa que, para mim, é a prova mais íntima de que aquilo foi real. Durante anos, eu sonhei com a minha missão. A cada três meses, mais ou menos, eu sonhava que estava de volta, servindo de novo como missionário, e acordava sem entender o porquê, chegava a comentar com a minha esposa. Depois daquela confirmação, nunca mais sonhei com a missão. Pode parecer loucura, mas eu acredito que aquilo foi o Senhor fechando um ciclo dentro de mim.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Daniel-na-missao-5.jpg" alt="" class="wp-image-163087"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que eu aprendi sobre plantar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Olhando para trás, eu entendo que aquela semente nunca dependeu da minha fé no resultado. Ela dependeu da minha fidelidade em plantar. Eu batizei achando que o que importava era o número que eu estava somando, e dez anos depois descobri que o que importava era a alma que eu nem confiava que ficaria. E essa alma cresceu tanto que agora vai semear em outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está se dedicando e os resultados parecem não vir, o que eu aprendi é isto: a gente precisa confiar no Senhor. A fé é exatamente isso, entender que nem tudo vai acontecer do nosso jeito, no nosso tempo, e que muitas vezes os resultados são invisíveis aos nossos olhos. Mas o nosso esforço nunca é invisível para Ele.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Senhor olha para o coração. Ele ama o esforço. E, de uma forma ou de outra, Ele recompensa, talvez com uma história como a minha, talvez de um jeito que você só vai entender daqui a dez anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O importante é fazer o seu melhor dentro das suas limitações, não importa onde você serviu, com quem serviu ou em qual área esteve. Eu plantei sem fé no que ia colher. Mas plantei. E, no tempo do Senhor, a colheita veio mais bonita do que eu jamais imaginei.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/missao/mulheres-e-servir-em-uma-missao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quando Deus não me chamou para servir missão</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/igreja-no-brasil/historias-de-fe-missionario-batizou-seus-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Histórias de Fé: “O dia mais feliz de toda a minha missão”</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/igreja-no-brasil/historias-de-fe-beatriz-aranha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Histórias de Fé: “Fugi do sentimento de servir missão mas o Senhor foi paciente”</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MISSÃO DE TEMPO INTEGRAL: Por que é tão difícil tomar uma decisão?  | Relato de Leonardo Pradera" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/Lb8IZ_-zECY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
<p>The post <a href="https://maisfe.org/inspiracao/fracassei-como-missionario-e-so-entendi-a-licao-10-anos-depois/">&#8220;Fracassei como missionário&#8221;, e só entendi a lição 10 anos depois</a> appeared first on <a href="https://maisfe.org">maisfe.org</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>14 jogadores da Copa do Mundo que são cristãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 21:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De Álisson a Neymar, de Saka a Pulisic: conheça 14 craques da Copa de 2026 que declaram publicamente sua fé em Jesus dentro e fora de campo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Copa do Mundo da FIFA está de volta, e maior do que nunca. Quatro anos depois de a Argentina superar a França para vencer a principal competição de futebol do planeta, o torneio de 2026 reunirá um número recorde de 48 países, em 104 partidas, espalhadas por três nações ao longo de mais de um mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Estados Unidos sediarão a maior parte dos jogos, ao lado do Canadá e do México, com Atlanta, Dallas, Los Angeles e Filadélfia entre as 16 cidades escolhidas para receber partidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fé cristã também estará bem representada, tanto dentro quanto fora da seleção masculina dos Estados Unidos, durante o campeonato mundial, que começa em 11 de junho e se encerra em 19 de julho, em Nova Jersey. A seguir, conheça 14 dos talentos mais reconhecidos da Copa que também se identificam como cristãos, expressando publicamente sua confiança em Deus dentro e fora de campo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Doku.jpg" alt="" class="wp-image-163060"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: The Guardian</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Jérémy Doku (Bélgica)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estrela de 23 anos do Manchester City, Doku dificilmente <a href="https://x.com/JeremyDoku?lang=en">publica</a> algo nas redes sociais sem incluir uma passagem das Escrituras ou atribuir o mérito a Jesus. O ponta de drible veloz destaca sua caminhada espiritual em seu próprio <a href="https://www.youtube.com/watch?si=neuWfNESOY7Q3_Vr&amp;v=bh3rmnASP4A&amp;feature=youtu.be">canal</a> no YouTube, compartilhando a &#8220;verdade que abriu meus olhos&#8221; e revelando que deixou de querer exibir o próprio talento para passar a glorificar a Deus com seus dons. Ele também desafia fãs e colegas a aceitar o evangelho: &#8220;Seu status não vai te salvar. O dinheiro não vai te salvar. … Meu objetivo é que [Jesus] me diga: &#8216;Muito bem, bom servo.'&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Lukebakio.jpg" alt="" class="wp-image-163059"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Dodi Lukébakio (Bélgica)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dez anos depois de estrear pela seleção da República Democrática do Congo, aos 18 anos, Lukébakio fará sua entrada em Copas do Mundo como ponta canhoto no ataque da Bélgica. Segundo ele, a música gospel <a href="https://www.tiktok.com/@missionballers/video/7528600707763621126">domina</a> sua playlist pré-jogo porque &#8220;influencia o meu espírito&#8221; e aponta para &#8220;Deus vivendo em mim&#8221;, como seguidor de Cristo. Ele já descreveu seus momentos de silêncio com Deus como a parte mais importante de sua vida.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Alisson-Becker.jpg" alt="" class="wp-image-163061"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Álisson Becker (Brasil)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos melhores goleiros de sua geração, com títulos da Liga dos Campeões e da Premier League no currículo, Álisson também é um dos cristãos mais declarados do esporte. Com frequência ele expõe sua fé abertamente, como ao usar uma camiseta com os dizeres &#8220;Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida&#8221; durante a celebração de um título em 2025. Álisson, que também <a href="https://www.christianitytoday.com/2020/01/roberto-firmino-alisson-becker-baptized-fifa-liverpoolfc/">batizou</a> seu ex-companheiro de Liverpool Roberto Firmino, <a href="https://www.facebook.com/ballersingod/videos/alisson-becker-a-true-baller-in-god-shares-how-he-glorifies-god-in-all-that-he-d/1531120021496111/">afirmou</a> que a Bíblia orienta toda a sua vida, incluindo a forma como treina, joga e se apresenta.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Ederson.jpg" alt="" class="wp-image-163062"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Ederson (Brasil)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como Álisson, Ederson não é apenas um goleiro de classe mundial da seleção brasileira, recordista de cinco títulos de Copa do Mundo, mas também um cristão que expressa abertamente sua fé, exibindo-a no próprio corpo, de forma mais marcante com uma tatuagem no peito que diz &#8220;Eu Pertenço a Jesus&#8221;. Ex-detentor de um Recorde Mundial do Guinness pelo chutão mais longo do futebol, o tricampeão da Luva de Ouro da Premier League também já creditou a Deus a superação de uma <a href="https://m.allfootballapp.com/news/EPL/Ederson-From-a-very-poor-family-didnt-want-to-be-a-goalkeeper-called-fat-world-record-more-than-30-tattoos-.../2411428">infância pobre</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Endrick.jpg" alt="jogadores cristãos" class="wp-image-163042"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Endrick (Brasil)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lado do também atacante Rayan, Endrick, de 19 anos, é o jogador mais jovem convocado para uma seleção brasileira de Copa do Mundo em mais de três décadas. Sua história é de superação — a infância incluiu uma breve passagem por um orfanato, e ele ainda não era maior de idade quando marcou pela seleção nas eliminatórias para os Jogos Olímpicos de 2024. Ele e a esposa foram <a href="https://www.legit.ng/sports/football/1622895-real-madrid-youngster-endrick-celebrates-baptism-wife-heartfelt-ceremony/">batizados publicamente</a> em 2024, e ele <a href="https://www.espn.com/soccer/story/_/id/40598182/how-endrick-went-rising-star-brazil-real-madrid">viralizou</a> ao comparar sua fé a uma terapia: &#8220;Meu psicólogo é, principalmente, Deus.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Neymar1.jpg" alt="" class="wp-image-163063"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Neymar (Brasil)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lenda brasileira que levou o país à sua primeira medalha de ouro olímpica no futebol masculino e que já figurou entre os atletas mais bem pagos de todo o esporte, Neymar agora tem 34 anos e retorna à seleção para o que deve ser sua última tentativa em Copas do Mundo, após uma longa ausência por causa de lesão. Há muito tempo ele <a href="https://www.instagram.com/p/DYgz4WdCktw/">proclama</a> sua fé, tendo tornado famosa uma faixa de cabeça branca com os dizeres &#8220;100% Jesus&#8221; e destinando parte de seu salário, como dízimo, à Igreja Batista Peniel, em São Paulo, onde cresceu. Embora o Santos, primeiro clube profissional de Neymar, <a href="https://www.msn.com/en-us/sports/soccer/neymar-explains-why-he-doesn-t-wear-jesus-headband-anymore/ar-AA1Pqbay?cvid=6902a9d1724f45a0b14157eb0bb5771b&amp;ocid=delldhp%2Cientp">supostamente tenha pedido</a> que ele parasse de usar a faixa, ele ainda a reserva para celebrações especiais, &#8220;carregando Jesus no coração&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Paqueta.jpg" alt="" class="wp-image-163064"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Lucas Paquetá (Brasil)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua segunda Copa do Mundo consecutiva pelo Brasil, Paquetá demonstrou sua fé repetidas vezes enquanto jogava pelo West Ham United, da Premier League. Ele <a href="https://www.instagram.com/reel/DNLYFnBNtMa/">certa vez</a> entrou em campo acompanhado de dois de seus filhos, que vestiam camisas com os dizeres &#8220;Glória a Deus&#8221;, e usou a língua de sinais para <a href="https://www.tiktok.com/@ballersingod/video/7404395362653441312">declarar</a> Jesus como &#8220;o único Senhor e Salvador&#8221; após marcar um gol. Paquetá também foi batizado na própria piscina pelo companheiro de Flamengo Pedro Guilherme, em 2025.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Saka.jpg" alt="jogadores cristãos" class="wp-image-163041"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Bukayo Saka (Inglaterra)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apelidado de &#8220;Little Chilli&#8221; (Pimentinha) pela combinação de baixa estatura e energia explosiva, o veterano do Arsenal é também um dos cerca de 10 &#8220;<a href="https://premierchristian.news/en/news/article/arsenal-bible-brothers-use-faith-to-strengthen-team-madueke-says">Irmãos da Bíblia</a>&#8221; de um dos clubes de futebol mais respeitados do mundo. Os &#8220;irmãos&#8221; são um grupo dedicado de cristãos que usam estudos bíblicos em hotéis e orações antes das partidas para fortalecer a união do time. Saka, de 24 anos, <a href="https://www.facebook.com/ballersingod/videos/bukayo-saka-shares-his-thoughts-on-faith-and-studying-the-bible/797512302742161/">afirmou</a> que a leitura noturna das Escrituras o lembra de que &#8220;o plano de Deus é perfeito&#8221; e lhe permite entrar em campo sem nervosismo, agora em sua segunda Copa do Mundo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Guehi.jpg" alt="" class="wp-image-163065"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Marc Guéhi (Inglaterra)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O zagueiro de 25 anos da Premier League, hoje destaque do Manchester City, <a href="https://www.swanseacity.com/news/spotlight-marc-guehi">cresceu</a> sob orientação profissional, chamando a atenção de um olheiro do Chelsea aos 6 anos de idade. Ele também cresceu na Palavra: seu pai, John, pastoreia uma igreja no sul de Londres, para onde a família imigrou vinda da África Ocidental. Guéhi <a href="https://www.espn.com/soccer/story/_/id/42759242/marc-guehi-wears-jesus-loves-armband-fa-warning">arriscou</a> sofrer sanções da Federação Inglesa de Futebol ao escrever &#8220;Eu amo Jesus&#8221; e &#8220;Jesus ama você&#8221; <a href="https://www.christianitytoday.com/2025/05/pentecostal-woman-judge-hague-briefings/">sobre as braçadeiras com as cores do arco-íris</a> que recebeu para usar em apoio a uma campanha de inclusão no Reino Unido.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Eberechi.jpg" alt="" class="wp-image-163066"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Eberechi Eze (Inglaterra)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Campeão da Premier League em sua primeira temporada com o Arsenal, na campanha de 2025–26, Eze nasceu na Grande Londres, filho de pais nigerianos, e ascendeu até se tornar um dos principais artilheiros profissionais. No entanto, sua caminhada com Jesus é &#8220;<a href="https://premierchristian.news/en/news/article/neymar-gets-paid-half-a-million-euros-if-he-avoids-talking-about-religion">mais importante</a>&#8220;, e ele tem sido um <a href="https://www.youtube.com/shorts/oa4447FWrro">defensor declarado</a> de sua fé cristã, que influencia visivelmente todos os aspectos de sua vida, desde os hábitos alimentares até o modo como fala.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Nmecha.jpg" alt="" class="wp-image-163068"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Felix Nmecha (Alemanha)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ex-promessa do Manchester City, o meio-campista de 1,90 m do Borussia Dortmund <a href="https://www.youtube.com/watch?si=Dh1bmXXh25aFHXLq&amp;v=0DZ8Ea9R6kg&amp;feature=youtu.be">disse</a> que uma lesão grave no início de sua carreira foi &#8220;a melhor coisa que poderia ter acontecido&#8221;, porque o aproximou de Deus &#8220;como nunca antes&#8221;. Nmecha também já gerou polêmica: o Dortmund <a href="https://sportbild.bild.de/fussball/borussia-dortmund/nach-charlie-kirk-post-bvb-schaut-bei-nmecha-jetzt-genau-hin-68d2b1746199625f8c0fac1f">teria passado a monitorar</a> suas redes sociais depois que ele fez publicações que pareciam criticar o Mês do Orgulho e manifestou pesar pela morte do ativista conservador Charlie Kirk.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Semenyo.jpg" alt="" class="wp-image-163071"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Antoine Semenyo (Gana)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Novo no Manchester City nesta temporada, Semenyo chegou a abandonar o futebol na adolescência, mas hoje é uma peça fundamental dos Black Stars, seleção pela qual também atuou na Copa do Mundo do Catar, em 2022. Representando o país de origem dos pais, apesar de também ter direito a jogar pela Inglaterra e pela França, o ponta de 26 anos é frequentemente <a href="https://premierchristian.news/us/news/article/antoine-semenyo-prays-with-pastor-before-arsenal-game-video-goes-viral">visto orando</a> antes das partidas — às vezes com um pastor — e <a href="https://youtu.be/zXvAk3a6s4Q?si=2qmgX9oDfLitIi61">credita à fé</a> o fato de ser &#8220;um leão&#8221; em campo: &#8220;Deus é minha inspiração. [Ele] é a única pessoa a quem temo.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Gakpo.jpg" alt="" class="wp-image-163072"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Cody Gakpo (Holanda)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Atacante importante do Liverpool, Gakpo revelou uma camiseta com os dizeres &#8220;Eu Pertenço a Jesus&#8221; após marcar na partida que garantiu o título do clube na temporada 2024–25. Foi uma homenagem a Kaká, o ex-craque brasileiro que estreou a mesma camiseta após a conquista da Copa do Mundo de 2002, no Japão. Gakpo <a href="https://www.youtube.com/watch?si=9K8D_qAMiLCw2sMy&amp;v=PkhOqaqfZKk&amp;feature=youtu.be">chama</a> seu próprio cristianismo de &#8220;estilo de vida&#8221; e conduz estudos bíblicos para sua seleção.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Pulisic.jpg" alt="" class="wp-image-163073"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Christian Pulisic (Estados Unidos)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apelidado de &#8220;Capitão América&#8221; por ser o rosto contemporâneo do futebol norte-americano, Pulisic já está, aos 27 anos, entre os cinco maiores artilheiros da história do país. Ele certa vez <a href="https://x.com/CBSSportsGolazo/status/1390064830971891713">declarou</a>: &#8220;Nada pode me deter&#8221;, quando se apoia em Deus para encontrar forças, e <a href="https://www.youtube.com/watch?si=0L_NB6ywBthRdKvO&amp;v=fiuVjnUlmao&amp;feature=youtu.be">descreveu</a> seu colar com uma cruz como um de seus bens mais preciosos. Neste ano, ele <a href="https://www.instagram.com/p/DTyMYfxEtFy/?img_index=3">destacou</a> seu estudo do livro de Efésios, chamando a atenção para o fato de que a salvação não é conquistada, mas é um dom de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.christianitytoday.com/2026/06/2026-fifa-world-cup-stars-christian-who-follow-jesus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Christianity Today</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/entretenimento/futebol-fe-copa-do-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Futebol e fé combinam? Veja exemplos na Copa do Brasil</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/testemunho-e-paixao-por-futebol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O testemunho que começou com uma paixão pelo futebol</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/vida-santos-dos-ultimos-dias/jogador-de-futebol-santo-dos-ultimos-dias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jogador de futebol santo dos últimos dias fala sobre carreira e fé</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O que você sentiu ao ver essas imagens? &#x2764;&#x200d;&#x1fa79;#futebol #cristão #empatia" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/wyWttscZ444?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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		<item>
		<title>&#8220;Tudo aconteceu para me tornar a mulher que sou hoje&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 16:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da missão ao afastamento e ao retorno: Xiomara López conta como uma porta aberta no Peru reacendeu sua fé. Uma história de perdão e recomeço.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Meu nome é Xiomara López, sou venezuelana e hoje vivo no Brasil. Vou contar minha jornada de como conheci a Igreja e de tudo o que aconteceu comigo para me tornar quem sou hoje.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começou quando eu tinha nove anos de idade. Conheci a Igreja por meio de uma tia que a frequentava. Os missionários estavam a ensinando, e ela levou a mim e à minha irmã para conhecer também. Nós gostamos muito. Estávamos na primária naquela época e ficamos bem empolgadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só que, naquele tempo, minha mãe não deu autorização para nos batizarmos. A minha tia que nos levou foi batizada, junto com os que tinham idade para isso, e frequentou a Igreja por um tempo, mas depois ficou inativa, e não nos visitamos mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sete anos depois, os missionários voltaram a visitar a casa dela, para reativá-la e ensinar os filhos, que já tinham idade para o batismo. Eu tinha dezesseis anos nessa época e comecei a ouvir novamente as aulas e as palestras. Quando me fizeram o convite para o batismo, eu disse que sim, que queria me batizar. Dessa vez minha mãe deu a autorização, e minha irmã e eu fomos batizadas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Xiomara-Lopes-1.jpg" alt="" class="wp-image-163011"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os anos de atividade e a missão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Começamos a frequentar a Igreja, e tudo foi tão lindo. Para mim, foi maravilhoso. Eu era muito ativa, participava do seminário e do instituto, e a minha meta, desde que entrei na Igreja, era ser missionária. Eu sempre dizia que não ia me casar enquanto não servisse à missão: primeiro a missão, depois o casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então eu me preparei, porque sabia que tinha esse chamado. Minha mãe não queria me apoiar para ir, porque eu já estava na faculdade e tinha um emprego fixo, e preferia que eu me casasse primeiro. Mesmo assim, fui para a missão, e foi o melhor tempo da minha vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A missão, assim como é para muitos, foi muito especial para mim. Procurei dar o meu melhor durante aquele tempo, e guardo todas essas experiências no meu coração.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um casamento difícil e a dor do julgamento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando voltei para casa, me apaixonei e me casei no templo. Só que as coisas não deram certo, e foi uma época bem difícil da minha vida, porque eu tinha imaginado algo diferente. Eu achava que estava fazendo tudo certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando as coisas ficaram tão difíceis no meu casamento, senti muito julgamento. Meu marido era um líder da Igreja, e aconteceram muitas coisas. Eu acreditava muito nele, e senti uma grande decepção. Estava com muita dor, porque sentia que pessoas que me conheciam havia muitos anos estavam dando crédito a certas coisas. Eu falava com os líderes que precisava de ajuda, e foi tudo muito pesado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabei adoecendo. Passei por um período muito difícil, porque entrei num estado de depressão e ansiedade muito, muito forte. Eu não conseguia andar, comer, respirar. Foi um quadro bem complicado. Os médicos fizeram muitos testes em mim para saber o que estava acontecendo, porque eu estava perdendo minhas forças físicas e estava muito magra. A conclusão foi que era o meu sistema nervoso, um quadro de depressão e ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dia, parei diante de um espelho e pensei: &#8220;Essa que está aí não sou eu. Eu não sou essa pessoa.&#8221; Aceitei o diagnóstico, o que foi bem difícil para mim. Então pensei: &#8220;Não estou sendo feliz, e tenho que mudar isso. Tenho que voltar a ser quem eu era.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira coisa que fiz foi decidir me separar do meu marido, me divorciar e focar em me recuperar. Eu já tinha meus dois filhos, ainda muito pequenos. Pensei: &#8220;Eles precisam de mim, de uma mãe que esteja bem.&#8221; E por isso me divorciei. Mas as coisas não melhoraram muito para mim na Igreja, e acabei me afastando.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Anos longe — mas sem nunca negar o testemunho</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fiquei muitos anos longe da Igreja. Mas nunca neguei o meu testemunho. O testemunho nunca saiu de mim, mesmo que eu não tivesse recebido o melhor tratamento por parte de alguns líderes. Isso não abalou o meu testemunho. Eu sempre soube que a doutrina da Igreja era perfeita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casei-me novamente, com alguém que não era membro da Igreja. Em casa, tínhamos respeito; como família, estávamos mais unidos. Mas, com o tempo, as coisas mudaram, e acabamos nos separando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saímos da Venezuela, e eu não estava ativa. Mesmo antes de partir, eu já vinha sentindo que faltava algo na minha vida, que eu precisava voltar a mim mesma, àquela parte que sempre foi a mais importante: a parte espiritual.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Xiomara-Lopes-3.jpg" alt="" class="wp-image-163013"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O reencontro: uma porta que se abriu no Peru</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando cheguei ao Peru, eu estava procurando uma direção, um guia. Um dia, tomei outro caminho para voltar para casa e passei em frente a uma capela, era a ala Manuel Prado que fica em Arequipa. Estavam limpando o local, e a porta se abriu. Senti que podia entrar, e entrei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O espírito ali era tão forte. Eu chorei muito naquele dia. Fiquei sentada por um tempo, meditando, sentindo o Espírito. E, desde aquele dia até hoje, estou ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu não tinha roupa para ir à capela. Quando saímos da Venezuela, viemos com pouca roupa, e eu nem tinha um sapato apropriado, só uns sapatos bem coloridos, que foram o que consegui na Venezuela para sair. Fui de calça. Mas, naquele momento, o que importava era que eu estava ali.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira reunião sacramental, senti um espírito tão forte. Os hinos, os discursos, tudo. Senti novamente o que eu sentia quando era ativa. Por isso continuei indo, estando ali e me fortalecendo de novo. Eu estava firme, porque, sendo eu membro ou não, eu não ia deixar que viessem atrapalhar a minha relação com a Igreja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os membros foram muito gentis comigo. Eles me apoiaram, visitaram a minha casa e compraram os meus primeiros vestidos, que usei depois de muito tempo para ir à capela. Fizeram isso como um presente. Eu sempre fui muito grata por isso. Hoje estou aqui, servindo na Sociedade de Socorro e retribuindo todo o carinho que recebi em forma de serviço para outras irmãs.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que aprendi: perdão, foco em Cristo e uma nova mulher</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje eu amo a minha vida e tudo o que aconteceu. Penso que tudo isso aconteceu para que eu me tornasse a mulher que sou hoje: uma mulher com mais coragem, com mais paz, que vive de forma mais tranquila e mais focada em Jesus Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje em dia, penso diferente sobre os outros, sobre os líderes, sobre os membros. Aprendi muito sobre perdão, sobre julgamento e sobre liderança. Entendi que os líderes são pessoas como todos nós, com defeitos e também com virtudes. Já não fico tão atenta a julgamentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procuro sempre seguir o profeta, gosto muito dos discursos da conferência e dos meus líderes de estaca, que dão mensagens tão poderosas. Gosto muito de ouvir, aos domingos, os discursos das pessoas, quando contam suas próprias experiências e o que aprenderam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou mais focada agora em algo diferente: não tanto em como as outras pessoas fazem as coisas, mas em Jesus Cristo em si. São mudanças que tingem a minha vida e o meu foco. Agora vejo tudo de outra forma. Para mim, o mais importante passou a ser o ensinamento e as coisas que eu mesma posso aprender e fazer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A família que a Igreja me deu</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando entrei na Igreja, ainda jovem, foi um tempo muito especial, porque fiz muitas amigas que, até hoje, são minhas amigas. Elas são como se fossem do mesmo sangue, de verdade. Todas estão ativas, e eu aprendi muito com elas. Algumas até moram aqui no Brasil comigo, hoje. Uma delas já não está mais entre nós. Foram muitas experiências vividas juntas. Elas são como tias e primas para a Valentina, minha filha, e o nosso relacionamento é muito forte. Tudo isso foi graças à Igreja, à grande família que formei ali e aos líderes. Também tive líderes muito bons, que fortaleceram o meu testemunho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sempre penso: quantas coisas aprendi! Aprendi e continuo aprendendo. São muitas, muitas coisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a minha história começou a ser compartilhada, fiquei muito comovida ao ler os comentários e ver que há muitas pessoas se identificando com o que eu vivi. Muita gente está passando pelas mesmas coisas, ou já passou e voltou à Igreja. Para mim, isso foi muito grande. Espero que a minha história inspire outras pessoas. Eu não sou alguém de aparecer, de tirar fotos e postar, mas vi que era importante compartilhar, porque percebi que isso toca o coração das pessoas, e isso é bom.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Xiomara-Lopes-2.jpg" alt="" class="wp-image-163012"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os filhos e a esperança que permanece</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das coisas grandes e maravilhosas para mim foi ver os meus filhos crescendo. Tenho um filho que ainda está inativo. Ele é um ser muito especial, com princípios muito elevados. Ele já foi líder também. Neste momento, ele não está indo à Igreja, mas eu tenho esperança de que volte, e acredito que vai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E foi maravilhoso ver a minha Valentina sendo batizada aqui no Brasil. Quando ela me disse: &#8220;Eu quero ser missionária&#8221;, eu pensei: &#8220;Tenho que apoiá-la, porque sei o quanto é importante servir uma missão e tudo o que ela vai aprender.&#8221; Estou muito agradecida porque isso aconteceu. Hoje ela é uma membro forte, esforçando-se para viver o evangelho como Deus manda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E eu sigo servindo, agora enxergando as coisas de uma forma diferente de como era quando tudo aconteceu. Penso que tudo isso foi para um aprendizado, um aprendizado grande,&nbsp; para me tornar esta mulher que sou hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Esse artigo foi escrito com base no relato da irmã Xiomara López.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/uncategorized/voltar-a-igreja-de-jesus-cristo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que aprendi com pessoas que voltaram à Igreja de Jesus Cristo</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/para-refletir/voltar-para-igreja-mas-sinto-medo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quero voltar para a igreja, mas sinto medo. O que faço agora?</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/voltar-a-igreja-deus-chamou/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Voltei para a Igreja porque Deus me chamou</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ivete Sangalo e Coro do Tabernáculo: “Sou um Filho de Deus” | Ao Vivo em São Paulo" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/aCVz3pUirWw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>“Deus usa pessoas comuns para fazer coisas extraordinárias”</title>
		<link>https://maisfe.org/inspiracao/deus-usa-pessoas-comuns-para-fazer-coisas-extraordinarias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Mais Fé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade de Socorro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Igreja de Jesus Cristo é formada por pessoas normais. Deus usa pessoas comuns, mas que realizam coisas extraordinárias. Conheça algumas!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em um evento das Nações Unidas em 6 de março de 2013, a primeira conselheira da presidência geral da Sociedade de Socorro e diretora do “Latter-day Saints Charities”, Sharon Eubank, falou para um pequeno grupo de pessoas sobre a importância do trabalho que cada membro da Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias realiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, para enfatizar seu ponto, ela compartilhou a obra realizada há mais de 150 anos pelas mulheres da Igreja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 1870, muitos dos Santos que moravam em Salt Lake foram afetados por todos os tipos de doenças, incluindo gripe, varíola, sarampo, diarreia e pneumonia. Logo, outra dificuldade da época era a falta de parteiras, o que contribuía para o alto índice de mortalidade infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, Eliza R. Snow, presidente geral da Sociedade de Socorro na época, com a aprovação do Presidente Brigham Young, enviou 6 irmãs para o leste dos Estados Unidos para que pudessem adquirir conhecimento em medicina e, então, poder ensinar o que aprenderam.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full wp-image-48713"><img loading="lazy" decoding="async" width="817" height="543" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2020/08/Ellis-Shipp.jpg" alt="Deus usa pessoas comuns" class="wp-image-48713"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Ellis Shipp, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Deus usa pessoas comuns, como Ellis Shipp</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, uma dessas jovens era Ellis Shipp. Logo, ao se formar em medicina, Ellis tornou-se uma das parteiras mais importantes entre os Santos, com seu trabalho ela trouxe cinco mil bebês ao mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, a irmã Eubank mostrou uma foto de Ellis Shipp.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ela não parece [uma pessoa] extraordinária”, disse a irmã Eubank. <br>“Ela parece uma mulher comum de 1879, mas fez coisas extraordinárias durante aquela época”.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a lição que a irmã Eubank queria compartilhar era que todos nós, aonde quer que nos encontremos, podemos fazer coisas importantes, para Deus somos pessoas comuns fazendo coisas extraordinárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, outro exemplo de simplicidade foi a irmã Emmeline B. Wells, a quinta presidente geral da Sociedade de Socorro da Igreja. Portanto, ela foi uma mulher muito influente, foi uma ativista dos direitos das mulheres, trabalhou para tornar o sufrágio feminino possível nos Estados Unidos, entre muitas outras conquistas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized wp-image-48714"><img loading="lazy" decoding="async" width="970" height="862" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/03/Eliza-R-Snow-e1457109245549-1.jpg" alt="Deus usa pessoas comuns" class="wp-image-7211" style="object-fit:cover;width:948px;height:542px" srcset="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/03/Eliza-R-Snow-e1457109245549-1.jpg 970w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/03/Eliza-R-Snow-e1457109245549-1-300x267.jpg 300w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/03/Eliza-R-Snow-e1457109245549-1-768x682.jpg 768w" sizes="(max-width: 970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Eliza R. Snow, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias </figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Deus usa pessoas comuns, como Eliza R. Snow</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda presidente geral da Sociedade de Socorro de 1880 a 1887 foi a irmã Eliza R. Snow. Assim, ela era uma poderosa oradora e poetiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a pedido de Brigham Young, ela viajou por todo o estado de Utah para ajudar os bispos a organizar a Sociedade de Socorro em cada cidade. Foi ela quem testificou que a nova organização da Igreja iria “aperfeiçoar e elevar” as mulheres Santos dos Últimos Dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, durante o evento sobre a “Comissão da Condição Jurídica e Social da Mulher”, a irmã Eubank compartilhou com uma escritora Sarah Jane Weaver, a razão pela qual a Igreja sempre participa de eventos junto a outras organizações humanitárias e de caridade, e porque servimos ao nosso próximo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Cada membro da Igreja faz um convênio no batismo de que servirá aos necessitados, que chorará com os que choram. Há pessoas em todo o mundo que buscam as melhores formas de guardar este convênio, sejam quais forem as circunstâncias”.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2020/08/M%C3%A3os-que-ajudam.jpg" alt="Deus usa pessoas comuns" class="wp-image-48715"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias </figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Todos nós temos algo para oferecer a Deus e ao próximo </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira conselheira da presidência geral da Sociedade de Socorro disse que todos nós temos algo a oferecer e compartilhar, independente de nossas circunstâncias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho humanitário ou outros serviços significativos, são “uma forma de alcançar este objetivo”, de conseguir estabelecer relações interpessoais, de entender que somos bons o suficiente para participar da obra, de que podemos ser as mãos de Deus sobre a terra.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se trabalharmos juntos, poderemos mudar as coisas, poderemos fazer algo para melhorar nossa comunidade”, expressou a irmã Eubank.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Foi dessa maneira que a presidente Eliza R Snow trabalhou com os bispos para organizar a Sociedade de Socorro, como Ellis Shipp capacitou as irmãs para trazer ao mundo milhares de bebês de maneira segura, e como Emmeline B. Wells se transformou em um personagem primordial para o direito de voto das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é assim que a Igreja hoje, formada por pessoas normais, que alguns chamariam de comuns, está realizando coisas extraordinárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.thechurchnews.com/living-faith/2020-08-08/emmeline-b-wells-eliza-r-snow-ellis-shipp-sharon-eubank-women-190387" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Church News</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também </h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/para-refletir/a-sociedade-de-socorro-foi-pioneira-no-direito-ao-voto-das-mulheres/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como a Sociedade de Socorro foi pioneira no direito ao voto das mulheres nos EUA</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/noticias/aniversario-sociedade-de-socorro-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aniversário da Sociedade de Socorro 2026: Convite para transmissão mundial e reunião</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/historia-da-igreja/sociedade-de-socorro-um-resumo-da-historia-de-uma-das-maiores-organizacoes-de-mulher-no-mundo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade de Socorro: um resumo da história da maior organização de mulher no mundo</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Hino 1005: Do Passarinho Cuida - Com letra | Hino SUD" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/XHmuejUyKMI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>Missionário retornado cria empreendimento inovador após lançar seu próprio aplicativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Verusca Capistrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 21:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Missionário retornado da Igreja criou o ResalePal, aplicativo que usa IA para calcular preços de revenda e já conquista usuários.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudante da Brigham Young University, Gibb Holt, criou e lançou um aplicativo chamado <strong>ResalePal</strong>, desenvolvido para ajudar usuários a calcular rapidamente o valor de seus itens e eliminar a incerteza na hora de definir um preço de venda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Holt, que também serviu como missionário de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Uruguai, explicou que a ideia surgiu de uma experiência pessoal. Ele passava horas comparando anúncios em diferentes plataformas apenas para descobrir quanto deveria cobrar por um único produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Criei um aplicativo de revenda que ajuda as pessoas a saberem exatamente quanto valem os itens que desejam vender, sem precisar pesquisar em inúmeros marketplaces. Dessa forma, elas podem dedicar mais tempo às vendas e menos tempo buscando referências de preços.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de navegar por diversas páginas, os usuários podem simplesmente tirar uma foto do produto, adicionar algumas informações e receber, em poucos segundos, uma estimativa de valor de revenda, além de sugestões sobre onde anunciar o item.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Gibb-Holt-1.jpg" alt="" class="wp-image-162874"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Uma solução simples para um problema comum</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O aplicativo combina reconhecimento de imagens, ferramentas de inteligência artificial e dados de mercado para identificar produtos e gerar recomendações de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É muito simples. Basta abrir o aplicativo no celular e tirar uma foto. Você pode adicionar uma descrição, informar quanto pagou pelo item e, em seguida, clicar em ‘reveal value’. Em segundos, ele mostra onde você deveria anunciar o produto e qual preço cobrar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que a tecnologia em si, o que chama a atenção nesse projeto é a velocidade com que Holt conseguiu desenvolvê-lo. Segundo ele, não tinha experiência anterior em programação e utilizou ferramentas de inteligência artificial para criar o aplicativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não tinha nenhum conhecimento prévio de programação. Ouvi em um podcast sobre diferentes plataformas de ‘vibe coding’ e pensei: se ele conseguiu fazer isso sem experiência em programação, então eu também conseguiria.”</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Gibb-Holt-2.jpg" alt="" class="wp-image-162875"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Sem experiência em programação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em questão de semanas, o aplicativo já estava disponível para o público, enquanto Holt conciliava seus estudos universitários, o trabalho e a rotina diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desenvolvi tudo isso enquanto era estudante em tempo integral e também trabalhava em tempo integral em outra empresa.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a plataforma já começa a ganhar espaço no mercado, acumulando centenas de downloads e usuários pagantes durante seu primeiro mês de funcionamento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2026/06/Gibb-Holt-3.jpg" alt="missionário retornado cria aplicativo" class="wp-image-162876"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para Holt, a principal lição vai muito além do aplicativo. Sua história demonstra que, graças aos avanços tecnológicos, empreender se tornou mais acessível do que nunca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sei que isso pode parecer intimidador, mas acredito que o mais incrível, e a razão pela qual quero compartilhar esta história, é que qualquer pessoa pode fazer algo assim com os avanços da tecnologia atual. Qualquer pessoa pode começar um projeto desse tipo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma ideia que não apenas pode transformar a maneira como as pessoas vendem produtos usados, mas também ampliar o número de pessoas dispostas a se tornarem empreendedoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://masfe.org/temas/inspiracion/misionero-retornado-app-negocio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Masfe.org</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/inspiracao/teem-gera-empregos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Missionário retornado cria empresa para ajudar as pessoas a encontrarem um emprego remoto</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/vida-santos-dos-ultimos-dias/missionarios-retornados-criam-trabalho-remoto-para-membros-da-igreja/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Missionários retornados criam trabalho remoto para membros da Igreja</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/missao/existe-vida-depois-da-missao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Missionários retornados: existe vida depois da missão?</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Hino 1043: Faz nos lembrar - Com Letra | Hinos SUD" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/5H4IP9I5QWA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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