Jogos Paraolímpicos de Tóquio: Conheça os atletas santos dos últimos dias

Os Jogos Paraolímpicos tiveram início em 1948, na cidade de Londres, Inglaterra era conhecida como os Jogos Stoke Mandeville, uma competição direcionada a soldados em reabilitação. A competição que acontecia anualmente tornou-se internacional em 1952 e em 1964, o nome Jogos Paraolímpicos já era oficialmente utilizado para a competição.

Este ano, os Jogos Paraolímpicos de Tóquio começarão no dia 24 de agosto. E assim como nas Olimpíadas, os Jogos Paraolímpicos de Tóquio 2020 também contam com a participação de atletas Santos dos Últimos Dias.

Esgrima em cadeira de rodas

Shelby Jensen tem 20 anos, e é de Salt Lake City. Ela teve um derrame aos 7 anos, que afetou o lado direito de seu corpo. Shelby começou na esgrima aos 15 anos. Ela ganhou o bronze no Campeonato Mundial de Esgrima em cadeira de rodas na categoria A.

Tiro com arco paraolímpico

Eric Bennett, de 48 anos é de Surprise, Arizona. Ele é professor de física e engenharia no ensino médio. Aos 15 anos, Eric perdeu o braço direito acima do cotovelo em um acidente de carro. Em 2019, ele ganhou a medalha de prata no Campeonato Mundial.

Goalball

Daryl Walker, de 39 anos é de Fort Wayne, Indiana, e fez parte da equipe dos EUA que conquistou a medalha de prata em 2016 nos Jogos Paraolímpico do Rio. Este ano ele marca a sua terceira participação nos jogos. Daryl, tem albinismo e é legalmente cego, ele jogou goalball pela primeira vez em uma Escola para Surdos e Cegos da Flórida.

Atletismo

Essa será a segunda vez que David Blair, de 45 anos participa dos Jogos Paraolímpicos na categoria de lançamento de discos. Este ano, ele defende a medalha de ouro dos Jogos Rio 2016 e o recorde paraolímpico em sua modalidade. David foi campeão estadual de disco no ensino médio e recebeu uma bolsa de atletismo para a Weber State University.

Taylor Talbot, tem retinite pigmentosa e é cega. Ela tem 20 anos e é de Oregon. Taylor estuda na BYU-Idaho, e competirá pela primeira vez nos Jogos Paraolímpicos nas corridas de 100 e 400 metros.

Margarita Faúndez, de 33 anos, é de Santiago, Chile, e assim Taylor Talbot, foi diagnosticada com retinite pigmentosa, uma doença ocular degenerativa aos 5 anos de idade. Margarita conquistou uma medalha de bronze na corrida de 1.500 metros, divisão para deficiência visual nos Jogos Parapan-Americanos 2019. Ela também competiu nos Jogos Paraolímpicos Rio 2016.

Jason Smyth, de 34 anos é irlandês e foi diagnosticado aos 8 anos com doença de Stargardt e é cego. Ele defenderá suas três medalhas de ouro na divisão T13 de 100 metros em Tóquio.

Rúgbi em cadeira de rodas

Josh Wheeler, de 41 anos é de Tucson, Arizona. Em 2006, após retornar de sua missão de tempo integral, ele sofreu um acidente de motocicleta e quebrou o pescoço. Josh perdeu a mobilidade da parte inferior do corpo e um pouco da mobilidade do braço direito. A equipe de rúgbi de cadeira de rodas de Josh conquistou a medalha de prata nos Jogos Paraolímpicos Rio 2016.

Vôlei Sentado

Payden Vair, de 22 anos é atacante do time feminino canadense de Vôlei Sentado nesses Jogos Paraolímpicos. Payden sofreu um acidente com um cortador de grama e apesar dos médicos conseguirem salvar sua perna esquerda, ela teve sua perna direita amputada abaixo do joelho. Ela começou a jogar com o time de vôlei sentado em 2019 e ganhou o ouro na final Mundial de Vôlei Sentado de 2020.

Arremesso de Peso

Lisa Adams, tem 30 anos e é de Rotorua, Nova Zelândia. A atleta que compete na categoria arremesso de peso, sofreu uma paralisia cerebral, é treinada por sua irmã Valerie Adams, que ganhou uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio e ganhou duas medalhas de ouro olímpicas no esporte.

Todd Hodgetts, de 33 anos, é de Melbourne, Austrália. Aos 8 anos ele foi diagnosticado com síndrome de Asperger. Nos Jogos Paraolímpicos de Londres, Todd ganhou o ouro na divisão de arremesso do peso F20 e estabeleceu um recorde mundial.

Natação

Lourdes Alejandra Aybar, tem 32 anos e é de Azua, na República Dominicana. A atleta aprendeu a nadar após sofrer uma lesão no joelho. Alejandra tem uma doença óssea chamada osteogênese imperfeita, também conhecida como ossos de vidro. Nesses Jogos Paraolímpicos ela competirá em diversas modalidades na natação.

Fonte: Church News

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