Perguntas e Respostas: “Quando devo confessar ao bispo se cruzei os limites da lei da castidade?”

Pergunta

“Em que ponto devo confessar a meu bispo se cruzei a linha da lei da castidade? Eu sei que você pode se arrepender por si mesmo. No entanto, também sei que pecados graves devem ser confessados ​​ao bispo. Onde é esse limite?”

Resposta

No geral, há dois motivos pelos quais as pessoas fazem essa pergunta. (1) Eles já infringiram a lei da castidade e querem saber se foram “longe demais” ou (2) ainda não fizeram nada e querem ter cuidado para não ir “longe demais”.

Espero que você esteja na segunda categoria, mas tentarei responder as duas perguntas.

Para aqueles na primeira categoria…

Se você está preocupado com algo que fez e quer saber se precisa falar com o bispo, então simplesmente fale com ele.

Às vezes, pensamos que ir ao bispo é como ir à sala do diretor de uma escola ou, em outras palavras, é um castigo.

No entanto, não acho que o Senhor tinha isso em mente quando nos proporcionou o processo de arrependimento.

Quebrar a lei da castidade é um pecado grave e representa um sério desvio do “caminho estreito e apertado”. Gosto de pensar no bispo como um guia amoroso que nos ajuda a voltar ao caminho certo.

O propósito do bispo não é “nos [castigar] com uns poucos açoites” (2 Néfi 28:8), mas guiar-nos com amor e acompanhar-nos em nosso caminho de volta ao Salvador.

Sim, é verdade que às vezes esse caminho pode incluir a retirada temporária de nossos direitos de membro ou, em casos extremos, a excomunhão. Porém, essas ações também visam nos ajudar e não nos punir.

Imagine que um médico deva cortar o dedo do pé de um paciente porque ele está com gangrena. O médico não está punindo o paciente, ele o está salvando. A gangrena pode se espalhar e matar o paciente se não for interrompida.

O pecado é como uma gangrena espiritual e, às vezes, coisas como ter nossos direitos de membro retirados ou a excomunhão são necessárias para impedir a propagação do pecado (doença).

Para aqueles na segunda categoria…

O mais importante é ouvir o Espírito, visto que existem diferentes maneiras de pecar, como disse o rei Benjamim.

Hoje em dia com as redes sociais, a pornografia e outras coisas, podemos nos envolver em situações que nos incitam a transgredir a lei da castidade. Porém, lembre-se que o Espírito Santo nos acompanha o tempo todo para nos advertir antes de cometermos qualquer erro.

Esteja ciente de que existem algumas atividades que, embora possam não ser coisas que precisam ser confessadas ao bispo, tornam mais difícil sentir o Espírito.

O texto acima é descrito com muita clareza no “Para o Vigor da Juventude”, portanto, seria bom que você ler, mesmo que não pertença aos rapazes ou moças. O “Para Vigor da Juventude” pode ser de grande ajuda.

A maneira mais simples de responder à sua pergunta é:

Não consuma materiais que coloquem em risco sua obediência à lei da castidade, como a pornografia.

Não deixe ninguém tocar seu corpo e não toque o corpo de outra pessoa de forma inadequada.

Sempre ouça o Espírito Santo.

Além disso, evite beijos apaixonados, pois eles enviam sinais para que seu corpo não pare e siga com tais atividades. Quanto mais você seguir neste caminho, mais difícil será parar.

Nossos corpos são projetados para querer procriar. Portanto, meu aviso é para não se envolver prematuramente com esse propósito poderoso.

Por fim, gostaria de dizer que, quando a relação sexual é mantida dentro dos laços do casamento, é uma bela maneira de um casal se tornar mais próximo.

Quando mantido dentro dos limites adequados, é realmente uma parte maravilhosa de nossas vidas.

Espero que minha resposta tenha ajudado você.

Fonte: Ask Gramps

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