O Papai Noel faz parte de sua tradição de Natal? Confira o que alguns líderes da igreja disseram sobre o bom velhinho.

David O. McKay

É algo glorioso ter o Papai Noel, o bom velhinho, em nosso coração e em nosso lar nos dias de hoje. Ele pode entrar pela porta aberta ou pela chaminé na véspera de Natal. Levar felicidade para os outros sem buscar honra ou louvor pessoal é uma virtude muito louvável…

O bom velhinho, São Nicolau, conhecido como Papai Noel, concluiu a jornada de todos os mortais há muito tempo, mas a alegria que ele vivenciou por praticar atos de bondade agora é compartilhada por milhões de pessoas que estão aprendendo que a verdadeira felicidade vem somente quando fazemos os outros felizes — a aplicação prática da doutrina do Salvador de perder a vida para achá-la. O espírito de Natal é o espírito de Cristo, que faz o nosso coração reluzir com amor fraternal e amizade e nos induz a bondosos atos de serviço.

Citado em Stars Were Gleaming, um belo livro novo com ilustrações da obra de arte de Greg Olsen.

James E. Faust

Ninguém pode medir o efeito de um ato altruísta de bondade. Por meio de coisas pequenas e simples, grandes são realmente realizadas. É claro que dar e receber presentes tornam o Natal especial. Para muitas crianças, a véspera de Natal é uma noite muito longa, pois aguardam ansiosas os presentes que o Papai Noel traz. É por isso que as crianças adoram o Papai Noel. Vou compartilhar o que alguém disse certa vez sobre o Papai Noel:

“Em primeiro lugar, ele é uma pessoa alegre. As pessoas são atraídas por pessoas alegres como clipes são atraídos por um imã. Em segundo lugar, o interesse do Papai Noel é fazer os outros felizes. Ele aumenta os momentos felizes na vida de todos que encontra. Ele ama o seu trabalho; Ele se diverte com ele. Ele é infantil, simples, humilde, sincero e perdoa. Por último, ele faz doações. Sua filosofia é dar de si mesmo por meio do serviço. Ele é amigo de todos. sorrindo. Talvez você e eu seríamos mais felizes se imitássemos o Papai Noel um pouco mais. As características dele são as mesmas do Menino Jesus.”

De “O homem que seria o Papai Noel”, devocional de Natal primeira Presidência, 6 de dezembro de 1998

Boyd K. Packer

Quero deixar claro que não tenho nada contra esse senhor bem alimentado com roupa vermelha e barba branca. Ele foi muito generoso comigo quando eu era criança. Em nossa casa aguardamos com grande expectativa a sua visita. Todas essas coisas que fazem referência ao Natal são adequadas e boas, e todas são para crianças. Menos, eu suponho, o visco.

De “Keeping Christmas”, um devocional da BYU de 1962.

John A. Widtsoe

Existem homens que se opõem ao Papai Noel porque ele não existe! Esses homens precisam de óculos para ver que o Papai Noel é um símbolo; um símbolo do amor e da alegria e do espírito do Natal. Na terra de meu nascimento, não havia nenhum Papai Noel, mas uma pequena cabra era empurrada para a sala, carregando uma cesta de brinquedos e presentes de Natal. A cabra propriamente dita não valia nada; Mas o espírito de Natal, que ela simbolizava, valia muito.

Citado em Stars Were Gleaming, um belo livro novo com ilustrações da obra de arte de Greg Olsen.

Howard W. Hunter

Como as pessoas consideram o Natal hoje? A lenda do Papai Noel, a árvore de Natal, as decorações, o visco e a troca de presentes… Isso tudo expressa para nós o espírito do dia que celebramos; mas o verdadeiro espírito do Natal vai muito mais além disso. Ele encontra-se na vida do Salvador, nos princípios que ele ensinou, no Seu sacrifício expiatório — que são nossa herança.

Grifo do autor. De “O Natal de Verdade”, um devocional de BYU de 1972.

Jeffrey R. Holland

A memória daquela noite [do primeiro Natal] traria o Papai Noel, o boneco de neve e a rena do nariz vermelho —e todos seriam bem-vindos. Mas primeiro e para sempre havia apenas uma pequena família. Sem brinquedos ou árvores ou enfeites de Natal. Com um bebê. Foi assim que o Natal começou.

Grifo do autor. Do artigo “Without Ribbons and Bows”, impresso na revista Ensign de dezembro de 1994. 

Ezra Taft Benson

Quando menino, eu adorava ir ao cânion para cortar nossa árvore de Natal. Sempre tentava conseguir uma que chegasse até o teto. Embora recebêssemos poucos presentes, nossas meias de natal ficavam cheias de frutas e doces, e o Papai Noel sempre deixava algo. Como todas as crianças, sofríamos uma expectativa terrível na época do Natal. Até encontrarmos a fantasia de Papai Noel no fundo de um velho baú. De repente, o segredo havia sido descoberto. Descobrimos por que o papai sempre estava realizando alguma tarefa quando o Papai Noel vinha na manhã de Natal.

De As Alegrias do Natal, um livreto com o testemunho do Presidente Benson sobre o verdadeiro significado da época. Disponível em inglês no formato eBook

BÔNUS:

Presidente Geral das Moças, Ardeth G. Kapp

Nossa família criou uma tradição de família. Toda véspera de Natal, nos reunimos em torno da árvore. Com pouca luz e o fogo queimando na lareira, fazemos a pergunta mais uma vez, a mais importante do ano: “Será que está tudo bem acreditarmos por mais um ano?” Não só acreditar nas tradições da infância como Papai Noel e na rena, mas o mais importante, na mensagem do nascimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, cujo aniversário estamos comemorando.

Do artigo “Christmas Remembered”, impresso na edição de dezembro de 1988 da revista New Era.

Escrito por LDS Living Staff e traduzido por Luciana Fiallo Alves.

Fonte: LDSLiving.com

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