Final de ano é sempre época de dar e receber muitos presentes.

Quando penso sobre os presentes que não são vendidos em lojas, meu coração começa a inchar, porque percebo que, na realidade, recebo vários desses presentes todos os dias. É como uma chuva de meteoros, com luzes mais por hora do que eu poderia contar. Posso optar por não os ver, mas se conseguir enxergá-los, todo dia é Natal.

Sinto o presente quando o Senhor sussurra algo no meu ouvido e eu escuto.

Sinto o presente quando meus filhos e netos amam uns aos outros. Sinto o presente quando eles perdoam uns aos outros.

Sinto o presente quando eles prestam testemunho. Sinto o presente quando eu presto testemunho.

Sinto o presente quando meu marido segura minha mão.

Sinto o presente quando um amigo envia um bilhete. Sinto o presente quando eu envio um bilhete.

Sinto o presente quando nossa filha Rachel leva plantas para o escritório novo do irmão como uma surpresa fraternal. Sinto o presente quando nossa filha Laura toma conta do filho de uma de suas irmãs. Sinto o presente quando nossa filha Julie tem uma pilha de assadeiras descartáveis porque está acostumada a preparar vários jantares para os membros de sua ala. Sinto o presente quando nossa filha Michaela entra em contato com os conversos da sua missão. Sinto o presente quando nosso genro aparece em nossa casa inesperadamente para limpar as folhas.

Eu poderia continuar a lista e mencionar todos os meus parentes e amigos. Observo cada um de seus atos de amor. Adoro os presentes que indicam: “Eu vejo você”.

Ter olhos para ver é o canal.

Talvez a vida seja um exercício de praticar para enxergar os presentes e ficar feliz com estes presentes que não são vendidos nas lojas.

Fonte: LDSMag

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