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	<title>Lucas Castro, Author at maisfe.org</title>
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	<description>Conteúdo sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Brasil e o mundo.</description>
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	<title>Lucas Castro, Author at maisfe.org</title>
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		<title>5 Mitos Sobre a Prática do Perdão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2016 06:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estudar as Escrituras]]></category>
		<category><![CDATA[perdão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum dizer que devemos perdoar e esquecer quando alguém nos ofende, mas a verdade é que o perdão é um pouco mais do que isso. Através de meus anos como terapeuta, trabalhei com muitos clientes que lutavam com o conceito de perdão (o que significa, como fazer, etc.). Quer seja com ofensas pequenas ou abuso severo, nós nem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum dizer que devemos perdoar e esquecer quando alguém nos ofende, mas a verdade é que o perdão é um pouco mais do que isso. Através de meus anos como terapeuta, trabalhei com muitos clientes que lutavam com o conceito de perdão (o que significa, como fazer, etc.). Quer seja com ofensas pequenas ou abuso severo, nós nem sempre entendemos a noção completa de perdão. Eu defino perdão como cessar de sentir ressentimento por alguém que nos ofendeu.</p>
<p>O perdão é bonito e pode curar corações e relacionamentos, mas penso que por vezes nós ainda não o compreendemos. Aqui estão alguns mitos comuns sobre perdão:</p>
<h2>Mito: Perdão exige que esqueçamos</h2>
<p>O ato de perdoar se trata de abandonar um rancor e liberar energia negativa, mas não necessariamente nunca pensar novamente sobre o que aconteceu. Particularmente com indivíduos que sofreram abuso, é impraticável (e nada saudável) esperar que eles esqueçam o que eles passaram. Também, nós aprendemos muitas vezes de nossas experiências, então por que nós iríamos querer esquecer as lições de vida que podem ter vindo de uma situação em que perdoamos alguém? Ocasionalmente pensar sobre o que aconteceu não significa reviver ou alimentar nosso ressentimento novamente; o que isso significa é que o incidente ainda pode estar em nossa memória, mas não mais nos primeiros planos de nossos corações e mentes.</p>
<h2>Mito: Perdoar significa continuar o relacionamento</h2>
<p>É possível perdoar alguém, abandonar aquela ferida, e não continuar seu relacionamento com ele (a). Por exemplo, no muito difícil e traumático caso de infidelidade, um homem pode escolher desistir da dor de sua esposa ter sido infiel enquanto também não continua o casamento (cada família e situação é diferente, e não estou necessariamente defendendo o divórcio!). Num nível cotidiano, mesmo se você não fez um rompimento claro emocionalmente com alguém, você ainda pode determinar limites e escolher não passar muito tempo com ele (a).</p>
<h2>Mito: Perdoar significa não se sentir bravo ou magoado</h2>
<p>Para parar de sentir ressentimento por alguém, você tem que primeiro sentir ressentimento! Terapeutas são achegados em dizer que devemos deixar nós mesmos experimentar aquelas emoções que naturalmente vem a nós– raiva, tristeza, etc. Se você se encontrar em uma situação onde quer eventualmente perdoar outra pessoa, primeiramente permita a si mesmo a realmente sentir o impacto do comportamento daquele indivíduo na sua personalidade. O único caminho por isso é através disso, e parte do perdão é processar esses sentimentos dolorosos.</p>
<h2>Mito: Perdão deve acontecer imediatamente</h2>
<p>Parece haver algo admirável a respeito daquelas pessoas que podem imediatamente esquecer dos erros dos outros. Embora seja bom aspirar ser assim, por favor entenda que não é a norma ser capaz de fazer isso. É um dom para poucos, mas para a maioria de nós, precisamos de tempo para perdoar outros que nos machucaram, não tem problema. Seja paciente consigo mesmo enquanto você trabalha para perdoar.</p>
<h2>Mito: Perdão requer um pedido de desculpas</h2>
<p>Um pedido de desculpas pode certamente ajudar trazer restituição e reconciliação, mas infelizmente nem sempre vem, e não é requerido para o perdão ocorrer. Eu tenho trabalhado com clientes em psicoterapia que estão abrigando mágoa por um membro da família que faleceu. Você não pode receber desculpas de alguém que morreu, mas você ainda pode conceder a si mesmo o dom do perdão para aliviar a dor.</p>
<p>Traduzido de <a href="http://www.drjuliehanks.com/2016/05/06/5-myths-about-forgiveness-studio-5/" target="_blank" rel="noopener">5 Myths About Forgiveness: Studio 5 de Dr. Julie Hanks</a>, por Lucas Amon Castro</p>
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		<title>Por Que a Religião Importa: Nos Construindo A Partir de Outros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 00:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para refletir]]></category>
		<category><![CDATA[Respeitar Crenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Que a Religião Importa: Nos Construindo A Partir de Outros Este ensaio sobre fé e comunidade é o segundo de uma série de cinco partes a respeito do valor da religião. “Juntos é mais difícil, mas juntos é melhor” – Rabi David Wolpe [1] Por que pessoas fazem parte de religiões? Algumas herdam a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Que a Religião Importa: Nos Construindo A Partir de Outros</h2>
<p><em>Este ensaio sobre fé e comunidade é o segundo de uma série de cinco partes a respeito do valor da religião.</em></p>
<blockquote><p>“Juntos é mais difícil, mas juntos é melhor” – Rabi David Wolpe [1]</p></blockquote>
<p>Por que pessoas fazem parte de religiões? Algumas herdam a religião do berço enquanto outras podem se converter a uma. Mas em um momento ou outro as pessoas fazem uma decisão consciente em se elas participam de suas comunidades religiosas. Na verdade, a palavra-raiz de religião vem do latim “religare”, a qual significa reconectar ou vincular. Em uma época que magnifica a liberdade pessoal, o que poderia soar menos atraente do que “vincular” a si mesmo às peculiaridades e as particularidades de um grande grupo de pessoas?</p>
<p>E ainda um princípio encontrado em muitas religiões é que há uma pequena separação entre você e as pessoas ao seu redor. Jesus Cristo colocou o encargo muito simplesmente: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo”. [2] Em outras palavras, seu bem-estar é muito mais do que liberdade pessoal indiferente; ele está ligado ao bem-estar de seu próximo também. E então, instituições religiosas podem ser conjunturas uteis onde dois impulsos cooperativos se encontram – o desejo por propósito individual e o desejo por pertencimento comum. Como em todos os bens humanos, estes impulsos se ajustam em equilíbrio.</p>
<p>Religiões institucionais certamente não são a única fonte de tudo que é bom no mundo. Indivíduos podem ter vidas realizadas enquanto vivem silenciosamente suas próprias crenças em particular. Mas através da história nada se comparou a religião organizada em sua habilidade em nutrir comprometimento a pessoas concretas que vivem em lugares concretos [3]. É nesse consolidado compromisso com o próximo que a religião faz sua contribuição duradoura.</p>
<p>Fazer parte de uma igreja é muito mais do que só ir à igreja. Isso enche pessoas com identidade, oportunidade, ambição, aprendizado e muitas mais bênçãos pessoais. Mas estas vêm aos indivíduos apenas enquanto eles veem os outros além de si mesmos. A religião incita responsabilidade social e desenvolvimento de alianças em nossas vidas, não baseado em interesses pessoais, mas como uma promessa a Deus. Este ato de vínculo é uma das coisas raras na história que forja obrigações sociais fora da família ou tribo. Companheiros na fé estão geralmente na melhor posição para se importar por uma pessoa doente, reparar a casa de um vizinho ou preencher em incontáveis outras lacunas que nós mesmos não podemos preencher. Há poucas, se existe alguma, organizações que podem substituir uma igreja para a comunidade.</p>
<p>Não obstante, uma das características marcantes de nosso tempo é a minguante confiança em instituições, incluindo instituições religiosas. Como resultado, muitas pessoas estão mais isoladas das famílias, comunidades e da sociedade em geral. É tão fácil se tornar atomizado – quebrando-se em ilhas de indivíduos desligados de maiores associações. O escritor David Brooks lamentou a condição em que “indivíduos não vivem embarcados em ordens sociais apertadas; eles vivem em mundos obstruídos de escolhas individuais.” [4]</p>
<p>Sociedades que encorajam o materialismo, individualismo e relativismo moral podem promover o que tem sido chamado de “soberania do ego, ”[5] mas elas enfraquecem outros valores. O pensador social Michael Walzer insta cuidado: “Esta liberdade, energizante e excitante como é, é também profundamente desintegrativa, tornando muito difícil para indivíduos encontrar qualquer suporte comum estável, é muito difícil para qualquer comunidade contar com a participação responsiva de seus membros individuais.” [6]</p>
<p>Individualismo desconectado contribui para a tendência na sociedade de ser “espiritual, mas não religiosa”. Isso geralmente significa que a fé é tratada como um assunto pessoal, não é da conta de outras pessoas. Mas não precisa haver a contradição entre as duas. Uma pessoa pode ser tanto espiritual e religiosa. Na realidade, as duas são interdependentes em vidas religiosas vibrantes.</p>
<p>Como a autora Lilian Daniel diz, “Qualquer um pode encontrar Deus sozinho no pôr-do-sol. Requer uma certa maturidade para encontrar Deus na pessoa sentada a seu lado que tem visões políticas diferentes, ou quando um bebe está chorando enquanto você está tentando ouvir o sermão.” [7] Mas ainda estas muitas inconveniências com outras pessoas dão substância à nossa fé, enriquece nossas empatias humanas e apoiam nosso alicerce cívico.</p>
<p>Nesta época de confiança falha e desintegração social, um retorno aos compromissos sagrados de congregações fará nossas comunidades mais coesas. Quando o tecido da sociedade começa a desfiar, a religião com seus fios em camadas de capital social pode ajudá-la a manter-se unida.</p>
<hr />
<p>NOTAS</p>
<p>[1] Rabbi David Wolpe, “The Limitations of Being ‘Spiritual but Not Religious,’” Time Magazine, Mar. 21, 2013.<br />
[2] Mark 12:31.<br />
[3] See Jonathan Sacks, “The Moral Animal,” New York Times, Dec. 23, 2012.<br />
[4] David Brooks, “The Secular Society,” New York Times, July 8, 2013.<br />
[5] Jean Bethke Elshtain, Sovereignty: God, State, and Self (New York City, New York: Basic Books, 2008).<br />
[6] Michael Walzer, Citizenship and Civil Society (Rutgers, N.J.: New Jersey Committee for the Humanities Series on the Culture of Community, October 13, 1992), part 1, pp. 11-12.<br />
[7] Lillian Daniel, “Spiritual but not religious? Path may still lead to Church,” Winnipeg Free Press, Oct. 5, 2013.</p>
<p><em>Traduzido de <a href="http://www.mormonnewsroom.org/article/why-religion-matters-making-selves-out-of-others" target="_blank" rel="noopener">Why Religion Matters: Making Selves Out of Others</a>, encontrado em <strong>mormonnewsroom.org</strong>, por Lucas Amon Castro.</em></p>
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		<title>Por que a Religião Importa: O Anseio Interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 15:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para refletir]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Respeitar Crenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeira de cinco partes que explica a importância da religião em nossa vida. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_5068" aria-describedby="caption-attachment-5068" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/11/Lucas-004-01-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5068 size-full" src="https://mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/11/Lucas-004-01-1.jpg" alt="Homem olhando janela" width="960" height="540" srcset="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/11/Lucas-004-01-1.jpg 960w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/11/Lucas-004-01-1-300x169.jpg 300w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/11/Lucas-004-01-1-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5068" class="wp-caption-text">Imagem via mormonnewsroom.org.</figcaption></figure>
<p><em>Este ensaio sobre fé individual é o primeiro de uma série de cinco partes a respeito do valor da religião.</em></p>
<p>SALT LAKE CITY ­ “Fé nos capacita para ver o invisível, abraçar o impossível, e esperar pelo inacreditável.” ­ Reverendo Samuel Rodriguez [1]</p>
<p>Nosso mundo moderno oferece mais escolhas e possibilidades do que nunca antes. Ciência e tecnologia continuamente expandem nosso conhecimento, e a diversidade de filosofias religiosas continua a crescer. Nossos horizontes aparentam se tornar mais tênues cada vez mais rápido do que somos capazes de lidar. Mas no fim continuamos a ser as mesmas criaturas espirituais. Ao longo de nossas jornadas, o anseio interior perdura.</p>
<p>As religiões compartilham uma mesma compreensão: há algo incompleto em nós. E então aspiramos pela plenitude. Se todas as perguntas tivessem uma resposta pronta, não haveria o alcance na oração. Se toda dor tivesse uma cura fácil, não haveria avidez para a salvação. Se toda perda fosse restaurada, não haveria o desejo pelo céu. Enquanto essas necessidades existirem, assim também a religião. É uma parte natural da vida. Ser humano significa experimentar incerteza, tristeza e morte. Religião, contudo, é uma escola para dar sentido do caos, um hospital para a cura de feridas invisíveis, uma corda salva ­vidas que nos dá segundas chances.</p>
<p>Para este assunto, o Rabbi David Wolpe ensinou que religião “pode entrar em um mundo em que há grande quantidade de dor e sofrimento e perda, e traz significado e propósito e paz.”[2]</p>
<p>Embora a religião aborda essas necessidades, ela não é criada por elas. Religião não é meramente uma resposta humana à dificuldade. Ela transcende o humano; vem de uma fonte mais elevada. A história mostra que homens e mulheres, em tempos bons e ruins, buscam a verdade fora de si mesmos como também dentro de si mesmos. E seguem as respostas que recebem.</p>
<p>Além disso, a religião é a reunião de pessoas únicas em uma sociedade de crentes. Mas se ela não conseguir conquistar o coração do indivíduo, ela não consegue suster sua comunidade. As experiencias espirituais de cada indivíduo podem ser tão diferentes quanto os próprios indivíduos. Porque nós “vemos através de um vidro escuro,”[3] a maioria das coisas na vida resumem-se a fé. Por fim, naqueles momentos de busca com o divino, é o<br />
individuo que filtra os detalhes, pesa as evidências, e toma as decisões em assuntos de maior importância. Essas pequenas perguntas fazem parte do processo da fé. Ludwig Wittgenstein escreveu: “Acreditar em Deus significa ver que os fatos do mundo não são o fim da questão.”[4]</p>
<p>A vida humana se baseia em significado. Nossa natureza nos conduz ao questionamento espiritual e ao propósito. A religião provê um espaço onde respostas e significados podem ser buscados, encontrados e compartilhados. Esta conexão entre religião e propósito continua atualmente.</p>
<p>Quer seja em estilos de vida saudáveis, confiança social ou doação caridosa, a ciência social atesta para uma miríade de formas em que a religião beneficia indivíduos. Segundo um estudo recente, por exemplo, “aqueles que indicam que são confiantes na existência de Deus reportam um senso de propósito maior.”[5]</p>
<p>Isto é particularmente relevante agora. Nosso encontro com a vida moderna é frequentemente um “flash” de imagens que brilham forte e desaparecem rapidamente –­­ tão ricas superficialmente, tão negligentes em sua raiz. Mas a religião e a espiritualidade que é inspirada por ela, escava abaixo daquela superfície e nos liga aos fundamentos morais que embasam o melhor de nossa humanidade compartilhada.</p>
<p>Ao longo de sua vida Will Durant, um historiador de ideias e culturas, se maravilhou com o poder da fé religiosa. Ele próprio, contudo, não chegou a uma crença definitiva sobre Deus. No fim de sua vida de aprendizagem e observação ele voltou sua mente ao significado da igreja. Em suas reflexões ele mostrou que até mesmo uma pessoa agnóstica pode perceber a duradoura súplica da religião na face do desconhecido:</p>
<p><em>“Estes campanários de igrejas, em todo lugar apontando para cima, ignorando o desespero e elevando esperança, estes sublimes pináculos da cidade, ou simples capelas nas colinas –­­ eles se levantam em cada passo da terra em direção ao céu; em todo vilarejo de todas as nações eles desafiam a dúvida e convidam corações cansados à consolação. É tudo uma vã desilusão? Não há nada além da vida senão a morte, e nada além da morte</em><br />
<em>senão a decomposição? Nós não podemos saber. Mas enquanto o homem sofrer, estes campanários permanecerão.” [6]</em></p>
<p>Instituições e ideias florescem quando elas cumprem necessidades reais e duradouras. Caso contrário, elas tendem a morrer de causas naturais. Mas a religião não morreu. Escrevendo em um tempo, nos anos de 1830, quando sua terra natal França estava se distanciando da religião, Alexis Tocqueville observou que “a alma tem necessidades que precisam ser satisfeitas.”[7] Ele foi provado correto. Através dos séculos, tentativas de derrubar estas necessidades falharam. A religião provê a estrutura para estes anseios, e as igrejas são os lares da fé.</p>
<p>Embora construídas com madeira, rocha e aço, as igrejas representam algo profundo na alma humana, algo que ansiamos a descobrir. Mais do que qualquer coisa feita pelo homem, a religião dá direção e forma à nossa busca individual por significado.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<p>[1] Samuel Rodriguez, “Religious Liberty and Complacent Christianity,” The Christian<br />
Post, Sep. 10, 2013.<br />
[2] “Why Faith Matters: Rabbi David J. Wolpe,” lecture given at Emory University,<br />
Oct. 21, 2008.<br />
[3] 1 Corinthians 13:12.<br />
[4] Ludwig Wittgenstein, personal journal entry (8 July 1916), p. 74e.<br />
[5] Stephen Cranney, “Do People Who Believe in God Report More Meaning in Their<br />
Lives? The Existential Effects of Belief,&#8221; Journal for the Scientific Study of Religion, Sept. 4,<br />
2013.<br />
[6] Will and Ariel Durant, Dual Autobiography (New York: Simon &amp; Schuster, 1977).<br />
[7] Alexis de Tocqueville, Democracy in America (Chicago, Illinois: University of<br />
Chicago Press, 2000), 510.</p>
<p>Texto traduzido por Lucas Amon Castro, de <a href="http://www.mormonnewsroom.org/article/why-religion-matters-longing-within?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+LDSNewsRoomTop15+%28RSS%3A+LDS+Newsroom%29#_ftn1" target="_blank" rel="noopener">Why Religion Matters: The Longing Within</a> por<br />
Mormon Newsroom.</p>
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		<title>Você tem um relacionamento com Deus? Talvez seja a hora para uma avaliação espiritual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 01:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para refletir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como realizar uma auto avaliação espiritual: analisar a direção em que estamos indo, como vamos com os mandamentos, e nosso relacionamento pessoal com Deus. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4311" aria-describedby="caption-attachment-4311" style="width: 838px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/10/Lucas-003-01-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4311 size-large" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/10/Lucas-003-01-1-1024x576.jpg" alt="Checkup Espiritual" width="838" height="471" srcset="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/10/Lucas-003-01-1-1024x576.jpg 1024w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/10/Lucas-003-01-1-300x169.jpg 300w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/10/Lucas-003-01-1-768x432.jpg 768w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/10/Lucas-003-01-1.jpg 1120w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4311" class="wp-caption-text">Imagem via LDS.org.</figcaption></figure>
<h2 class="western">Um passo na direção correta</h2>
<p>Escolher avaliar nosso relacionamento com Deus é equivalente a dar um passo gigante em Sua direção. Requer que pensemos sobre Ele, e pensar sobre Ele é de fato um ato de obediência que resulta em bençãos (ver <a href="https://www.lds.org/scriptures/dc-testament/dc/6.36?lang=por" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>D&amp;C 6:36</u></span></a>). A seguinte promessa do Salvador também se aplica em nosso relacionamento com o Pai Celestial. <i>“Achegai-vos a mim e achegar-me-ei a vós; procurai-me diligentemente e achar-me-eis; pedi e recebereis; batei e ser-vos-á aberto” </i>(<a href="https://www.lds.org/scriptures/dc-testament/dc/88.63?lang=por#62" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>D&amp;C 88:63</u></span></a>).</p>
<p>Nosso relacionamento com Deus é diferente dos relacionamentos terrenos, mas é semelhante em uma maneira: requer manutenção. Alguns blocos de construção necessários para relacionamentos terrenos saudáveis são os mesmos blocos que nos ajudam a permanecer próximos de nosso Pai Celestial, como a comunicação, amor, serviço e tempo.</p>
<p>Aqui estão quatro perguntas que você pode usar para avaliar e fortalecer seu relacionamento com Deus.</p>
<h2 class="western"><a name="h.w9p4enjsgz9b"></a>Como vai nossa comunicação?</h2>
<p>Podemos ter certeza que o Pai Celestial está sempre escutando e Ele vai se comunicar conosco enquanto estamos dispostos a escutá-Lo. Para muitas pessoas falar com Deus é mais fácil do que ouví-Lo. Você pode se perguntar, “Como eu reconheço a voz Dele?”.</p>
<p>A forma mais simples é através do conhecimento de que todas as coisas boas provém Dele (ver <a href="https://www.lds.org/scriptures/nt/james/1.17?lang=por" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>Tiago 1:17</u></span></a>) <span style="color: #393939;">—</span> bons pensamentos, bons sentimentos e experiências positivas. Quando você adquire o hábito de ver as coisas boas acontecendo em sua vida, você começará a entender o que significa ver a mão de Deus.</p>
<h2 class="western"><a name="h.ch19nzxe1mr1"></a>Podemos sentir o amor de um do outro?</h2>
<p>Você acha que Deus está ciente de seu amor por Ele? Você está esforçando-se para sentir o amor Dele? O Salvador nos ensinou que o maior e mais importante mandamento era <i>“[Amar], pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças” </i>(<a href="https://www.lds.org/scriptures/nt/mark/12.30?lang=por#29" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>Marcos 12:30</u></span></a>). Quando o amor é recíproco em qualquer relacionamento, ele cresce. Então se queremos que o amor entre nós cresça, temos que descobrir maneiras de expressar nosso amor e devoção. As palavras do Salvador nos dão uma ótima ideia por onde começar: <i>“Se me amais, guardai os meus mandamentos” </i>(<a href="https://www.lds.org/scriptures/nt/john/14.15?lang=por#14" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>João 14:15</u></span></a>). Obedecer aos mandamentos de Deus é como dizer “eu te amo”.</p>
<h2 class="western"><a name="h.s4r7di2kjuw1"></a>O que fizemos um pelo outro ultimamente?</h2>
<p>Quando nos servimos uns aos outros, estamos servindo nosso Pai Celestial (ver <a href="https://www.lds.org/scriptures/bofm/mosiah/2.17?lang=por#16" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>Mosias 2:17</u></span></a>). Quando nos perguntamos como temos servido a Deus ultimamente, precisamos nos perguntas se estamos servindo aos outros. É Seu desejo que nós sempre estejamos engajados em amar e ajudar um ao outro. Então se você quer fortalecer seu relacionamento com o Pai Celestial, encontre alguém para servir.</p>
<p>Se perguntando o que Deus fez por você ultimamente? Pratique contar suas bençãos. Ele recompensa livremente Seus filhos que escolhem expressar o seu amor através da gratidão. Leia o que o Presidente Monson tem a dizer a respeito de gratidão.</p>
<blockquote><p><i>“Meus irmãos e irmãs, será que nos lembramos de agradecer pelas bênçãos que recebemos? Uma expressão sincera de agradecimento não apenas nos ajuda a reconhecer nossas bênçãos, mas também abre as portas do céu e nos ajuda a sentir o amor de Deus.” </i>(<a href="https://www.lds.org/general-conference/2010/10/the-divine-gift-of-gratitude?lang=por" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>O Divino Dom da Gratidão &#8211; Pres. Thomas S. Monson</u></span></a>)</p></blockquote>
<h2 class="western"><a name="h.o1qecmzcnvhg"></a>Estamos passando um tempo juntos?</h2>
<p>Nosso Pai Celestial não vai vir para nossa vida sem ser convidado; como o Salvador, Ele irá pacientemente bater e esperar irmos até a porta. <i>“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele, comigo” </i>(<a href="https://www.lds.org/scriptures/nt/rev/3.20?lang=por#19" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>Apocalipse 3:20</u></span></a>).</p>
<p>Passar um bom tempo com nosso Pai Celestial pode acontecer em muitos lugares e de muitas maneiras. Ele sempre está disponível. Fomos encorajados a enfrentar a vida com uma oração em nosso coração (ver <a href="https://www.lds.org/scriptures/bofm/3-ne/18.19?lang=por#18" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><u>3 Néfi 18:19</u></span></a>). Essa é uma forma ideal de nos aproximarmos de nosso Pai Celestial, e permite Ele se aproximar de nós.</p>
<p>Assista um jovem irmão e irmã de Gana compartilharem o que eles aprenderam ao se esforçarem para fortalecerem seu relacionamento com o Pai Celestial</p>
<p><iframe title="A Trindade - Ele Me Conhece" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/PFev6-T06aA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><i>Traduzido por Lucas Castro, de </i></span><a href="https://www.lds.org/blog/do-you-have-a-relationship-with-god-maybe-its-time-for-a-spiritual-checkup?lang=eng" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #1155cc;"><span style="font-size: small;"><i><u>Do You Have a Relationship with God? Maybe It’s Time for a Spiritual Checkup</u></i></span></span></a><span style="font-size: small;"><i> de Linda Clyde.</i></span></p>
<p>The post <a href="https://maisfe.org/para-refletir/voce-tem-um-relacionamento-com-deus-talvez-seja-a-hora-para-uma-avaliacao-espiritual/">Você tem um relacionamento com Deus? Talvez seja a hora para uma avaliação espiritual</a> appeared first on <a href="https://maisfe.org">maisfe.org</a>.</p>
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		<title>E se Neor e Corior Tivessem um Blog?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2015 18:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para refletir]]></category>
		<category><![CDATA[Anticristo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como seria  trabalho de Neor e Corior, hoje, se eles ensinassem a mesma mensagem que apresentaram no Livro de Mórmon? Saiba mais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="western"><span style="font-size: medium;"> E se Neor e Corior tivessem tido blogs, criado podcasts, colecionado comentários, solicitado cartas em nome deles, e formado vigílias de seus seguidores quando foram intimados diante dos juízes-chefes Nefitas? E se eles tivessem sido capazes de soltar furos de imprensas para uma mídia sedenta? Eles perderam essas oportunidades tecnológicas, mas seus argumentos ecoando das páginas do Livro de Mórmon se parecem notavelmente similares aos ataques de hoje à Igreja.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> É como se Mórmon escrevesse diretamente para nosso tempo, querendo nos armar para os debates do dia em que aquelas vozes “esclarecidas e independentes” infestariam a Internet, criticariam a Igreja, seus líderes e doutrina, buscando ganhar almas para então se queixar se sua filiação foi a julgamento em uma Igreja que não acreditam.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading">Neor e Corior: quem seriam hoje?</h2>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> Neor e Corior foram claramente grandes oradores, personalidades poderosas, e locutores persuasivos. Eles também gostavam da emoção inebriante de ver seus argumentos aterrissarem e grudarem em uma boa porção da população Nefita.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Neor vem saltando para a cena, energizado pela honra e atenção que sua agradável doutrina trazia. Embora sua história seja curta &#8211; contida em apenas alguns versículos &#8211; sua filosofias permaneceram, amplamente influenciando a sociedade e tornando-se uma causa-chave para a divisão entre os Nefitas, por fim desencadeando as guerras de 63 A.C e alimentando as chamas que fizeram com que o povo de Amonia queimassem os Santos.</span></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="620" height="492" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/04/neor-e1461761916356.jpg" alt="Neor e Corior" class="wp-image-8493" style="object-fit:cover;width:948px;height:542px"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: &#8220;Corior confronta Alma&#8221;, de Robert T. Barret</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Neor</h3>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Neor fez tudo isso se “posicionando contra a Igreja” com uma alternativa mais sedutora. Se ele tivesse um blog poderia ter escrito, “Tenho minhas queixas” a respeito da Igreja, e então mais tarde teria dito que se meteu em todo esse problema “Só fazendo perguntas”. </span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">É claro, como muitos que dizem estar “só fazendo perguntas”, o que Neor realmente fez foi uma série de afirmações que iam diretamente contra a doutrina, enquanto provavelmente declarava que estava o fazendo pelo próprio bem das pessoas. Ele pode ter alegado que estava salvando os ansiosos e deprimidos que achavam as leis da Igreja terrivelmente estritas.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> Certamente acreditava que ele tinha uma ideia mais esclarecida do que de Deus. Ele pode ter dito algo como, se “Estreito é o caminho” é a doutrina de Deus, “Ele tem um monte de explicações para dar”.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Assim era sua doutrina alternativa: </span></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="western"><span style="font-size: medium;">“toda a humanidade seria salva no último dia e que não precisariam temer nem tremer, mas que podiam levantar a cabeça e regozijar-se; porque o Senhor havia criado todos os homens e também havia redimido todos os homens; e, no fim, todos os homens teriam vida eterna.” (<a href="https://www.lds.org/scriptures/bofm/alma/1?lang=por" target="_blank" rel="noopener">Alma 1:4</a>)</span></p>



<h4 class="wp-block-heading">A deturpação da verdade ensinada</h4>
</blockquote>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Essa é certamente uma correção muito suave e agradável do evangelho que Alma estava ensinando. Não é de admirar que Neor foi o primeiro a introduzir as “artimanhas sacerdotais”, “que todos os sacerdotes e mestres deveriam tornar-se populares”. Você conseguiria muito apoio com uma doutrina popular como essa &#8211; riquezas, honra e citações na imprensa nacional. Assim, Neor conseguiu, provavelmente, se tornar o próprio campeão dos despojados.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Logo, esta ideia apela para aqueles que gostariam de ser capazes de fazer o que quiserem agora e ainda obter as bençãos da eternidade no final. Pregar arrependimento nunca foi popular. Então </span>s<span style="font-size: medium;">inceridade não vai te render “likes” na sua página do Facebook. Esta ideia que “<i>todos os homem teriam vida eterna” </i>é uma doutrina fácil de entender em uma olhada rápida e não requer esforço espiritual ou mental.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading">Argumentos de persuasão </h4>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> Hoje Neor, o blogueiro, diria que a melhor coisa de sua doutrina é que ela é inclusiva. Ele era&nbsp;tudo para os&nbsp;grupos que eram&nbsp;marginalizados, implicando, é claro, que a Igreja e o Deus que ela representa é estrita, e que a declaração&nbsp;de padrões é intolerância. Talvez amanhã quando a Igreja se torne progressiva e internacional, ela vai abandonar suas doutrinas fora de moda.</span></p>



<p class="western">Portanto, q<span style="font-size: medium;">ue belo truque de mãos isto. Foi, afinal, o tolerante Neor quem assassinou Gideão por ter mantido seu ponto de vista do evangelho. É este o fruto de uma posição moral superior? É isto inclusividade? Alem disso, a ideia que Neor tinha algo sobre Deus na inclusividade é simplesmente uma mentira</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> É Deus que convida </span><span style="font-size: medium;"><i>“todos os que estais cansados e oprimidos” </i></span><span style="font-size: medium;">a virem a Ele para descansar (<a href="https://www.lds.org/scriptures/nt/matt/11?lang=por" target="_blank" rel="noopener">Mat. 11:28</a>). Ele quer o evangelho pregado </span><span style="font-size: medium;"><i>“em todo mundo, em testemunho a todas as nações”</i></span><span style="font-size: medium;"> (<a href="https://www.lds.org/scriptures/nt/matt/24?lang=por" target="_blank" rel="noopener">Mat. 24:14</a>). Ele foi levantado para “[atrair] </span><span style="font-size: medium;"><i>todos os homens” </i></span><span style="font-size: medium;">(<a href="https://www.lds.org/scriptures/nt/john/12?lang=por" target="_blank" rel="noopener">Jo. 12:32</a>).</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">A diferença aqui é que Deus busca igualdade de oportunidade. Assim, até mesmo designou um programa inteiro para redimir os mortos que nunca escutaram Sua palavra. O que Neor insiste é a igualdade de resultados &#8211; como se a morada de Deus fosse uma festa “venha de qualquer jeito”, sem necessidade de santificação. E lembre-se, Neor, “está apenas ensinando essa filosofia para seu próprio bem”.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Conforme o <a href="https://www.lds.org/general-conference/2014/04/the-cost-and-blessings-of-discipleship?lang=por" target="_blank" rel="noopener">Elder Jeffrey R Holland</a> disse: </span></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="western"><span style="font-size: medium;">“Infelizmente, meu jovens amigos, uma característica de nossa época é que, quando as pessoas desejam algum deus, querem que sejam deuses que não exijam muito, deuses confortáveis, deuses suaves, que não apenas não incomodam, mas também não fazem nada, deuses que nos afagam a cabeça e nos fazem rir e depois nos dizem para ir correr e apanhar flores. São como o homem criando Deus a sua própria imagem!” </span><br><span style="font-size: medium;">(<a href="https://www.lds.org/general-conference/2014/04/the-cost-and-blessings-of-discipleship?lang=por" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Custo — e as Bênçãos — do Discipulado, CG. Abril de 2014</a>).</span></p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="948" height="542" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2025/04/Corior.jpg" alt="Neor e Corior" class="wp-image-146327"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: &#8220;Todas as coisas mostram que existe um Deus (Alma e Corior)&#8221;, de Walter Rane</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Corior</h3>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> Corior era o soberbo intelectual fluente em dizer, </span><span style="font-size: medium;"><i>“Como podeis ter certeza delas? Eis que não podeis saber de coisas que não vedes” </i></span><span style="font-size: medium;">(<a href="https://www.lds.org/scriptures/bofm/alma/30?lang=por" target="_blank" rel="noopener">Alm. 30:15</a>). Ele é o materialista, negando tudo que não pode ser medido ou percebido pelos sentidos. Deus está morto e tudo é permitido.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> Se Corior estivesse blogando hoje em dia, ele desmereceria a verdade de Joseph Smith e do Livro de Mórmon. Apesar de montes de evidência contra, ele alegaria que não há um farrapo de evidência de que o Livro de Mórmon veio de um documento antigo. Isto porque em parte ele não estaria disposto a aceitar qualquer coisa que cheirasse a anjos, placas de ouro ou milagres como sendo as tolas tradições de seus pais.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Em seu blog poderia-se ler:</span></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="western"><span style="font-size: medium;">“Não podemos só falar de suas tolas doutrinas? Não podemos revisar sua velha, e repressiva moralidade sexual?”</span></p>
</blockquote>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">“Tolice”, na realidade, é uma palavra favorita de Corior. Ele lembra aos crentes que suas esperanças são “tolices” e que eles estão carregando os fardos destas coisas “tolas”. Ele é extremamente arrogante, como se seu ponto de vista fosse o único racional e defensável. E para os crentes sua aceitação ingênua do evangelho é o efeito de uma “mente perturbada” e “o desarranjo de suas mentes”.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">É surpreendemente efetivo chamar as pessoas de tolas &#8211; ou qualquer variação moderna deste termo. Lembra como no sonho de Leí, o pessoal que apontava os dedos para os crentes do grande e espaçoso edifício tinham um surpreendente efeito naqueles que estavam a caminho da árvore da vida. Muitos simplesmente se desviaram pela vergonha.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading">Hoje há quem concorde com Corior</h4>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Assim, como crentes, todos nós podemos ter experimentado o que é ser taxado como ridículo devido ao nosso ponto de vista, o que se tornou politicamente incorreto. E</span>ntretanto, m<span style="font-size: medium;">uitos assumem que os religiosos são menos inteligentes.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Kate Kelly, que foi excomungada da igreja devido a sua pública oposição a Igreja em seus esforços na “Ordain Woman” (Sacerdócio para as mulheres), foi citada no </span><span style="font-size: medium;"><i>The Guardian </i></span><span style="font-size: medium;">dizendo, </span><span style="font-size: medium;"><i>“Lamentavelmente, a fé Mórmon se tornou um lugar que incentiva a sobrevivência dos menos aptos. Desde que a obediência estrita é requerida e severamente forçada, apenas os menos talentosos, menos articulados, os pensadores menos matizados, os menos prováveis que se posicionem contra o abuso, e os menos corajosos prosperam na Igreja hoje”.</i></span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Por favor não me entendam mal, não estou chamando Kate Kelly de Corior, e nem o faria, mas são os argumentos que refletem a exposição. É difícil de deixar passar que o que ela diz aqui é bastante similar ao escárnio amontoado sobre os membros da Igreja na linha de pensamentos de Corior. Aqueles que são crentes e amam a Igreja são descritos nos termos mais desagradáveis. Eles são, na realidade, estúpidos e desarticulados (ou “perturbados e desarranjados”). Portanto, a coragem é definida apenas por aqueles que compartilham as crenças dela e agem como ela agiria.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading">Corior menospreza outros e crenças &#8220;tolas&#8221;</h4>



<p class="western">Assim, <span style="font-size: medium;">Corior também tinha algo a dizer a respeito da sobrevivência dos mais aptos. </span></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="western"><span style="font-size: medium;">“E disse-lhes muitas outras coisas semelhantes, afirmando-lhes que não poderia haver expiação para os pecados dos homens, mas que o quinhão de cada um nesta vida dependia de sua conduta; portanto, cada homem prosperava segundo sua aptidão e cada homem conquistava segundo sua força; e nada que o homem fizesse seria crime.” (<a href="https://www.lds.org/scriptures/bofm/alma/30?lang=por" target="_blank" rel="noopener">Alm. 30:17</a>).</span></p>
</blockquote>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> Esta é uma filosofia moderna na boca de um homem antigo, uma que não seria disseminada até décadas após a publicação do Livro de Mórmon. É a ideia da “sobrevivência do mais apto”.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;"> Corior era simplesmente apto e aqueles que não gostavam de sua abordagem eram os menos aptos.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Embora foi dado a ele uma ampla acomodação para cobrir o mundo com sua mensagem e gritá-la em cima dos telhados, ele alegava que a Igreja estava silenciando-o. </span>Assim, e<span style="font-size: medium;">le alegava que tudo o que ele queria era liberdade de expressão, diálogo aberto e respeitoso, e que os comentários de todos fossem levados em consideração. Isso ele dizia enquanto menosprezava os crentes e desviava os corações de muitos.</span></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/08/sabedoria.jpg" alt="Livro de Mórmon, sabedoria" class="wp-image-10769" style="object-fit:cover;width:948px;height:542px" srcset="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/08/sabedoria.jpg 600w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2016/08/sabedoria-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Internet</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Nossa era atual</h2>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Lo</span>go, ne<span style="font-size: medium;">sta era da Interne</span>t, <span style="font-size: medium;">estamos inundados com ideias tão velhas quando as areias e tão corrosivas quanto o mar salgado. Elas nos serão vendidas, apelando pela nossa atenção aos oprimidos e marginalizados &#8211; aos quais não podemos ajudar, mas emocionalmente responder. Eles irão sugerir que nós nos enganamos em nossas crenças religiosas e que os verdadeiramente esclarecidos sabem melhor.</span></p>



<p class="western"><span style="font-size: medium;">Portanto, não deixemos nos enganar. C</span>onforme <span style="font-size: medium;">Mórmon antecip</span>ou<span style="font-size: medium;"> nosso dilema, e</span>le <span style="font-size: medium;">nos deu deslumbrantes exemplos de como esta ilusão se parece e nos aconselha: “Ó, sê sábio”.</span></p>



<p class="western">Fonte: <a href="http://ldsmag.com/what-if-nehor-and-korihor-had-a-blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LDS Magazine</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja mais </h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://maisfe.org/livro-de-mormon/o-que-aprendemos-com-a-resposta-de-alma-a-ordem-de-neor-em-amonia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que aprendemos com a resposta de Alma à “ordem de Neor” em Amonia</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/para-refletir/mao-de-deus-na-sua-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Você consegue reconhecer a mão de Deus em sua vida?</a></li>



<li><a href="https://maisfe.org/jesus-cristo/quem-e-o-anticristo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Perguntas e Respostas: quem é o Anticristo?</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O que é o Anticristo? O que as escrituras e os profetas realmente dizem." width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/0B6OUbldLx4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>5 Coisas Que eu Queria Que Tivessem Me Dito, Antes de Ter Servido Uma Missão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 19:04:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Missão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://pt.elds.org/blogsud-org/?p=3394</guid>

					<description><![CDATA[<p>Missionário retornado lista 5 coisas que queria ter aprendido antes de ir para a missão, e que fizeram toda a diferença.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_2536" aria-describedby="caption-attachment-2536" style="width: 664px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/07/012-Missionários-numa-rua-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2536 size-full" src="https://mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/07/012-Missionários-numa-rua-1.jpg" alt="Imagem via LDS.net." width="664" height="442" srcset="https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/07/012-Mission%C3%A1rios-numa-rua-1.jpg 664w, https://files.mormonsud.net/wp-content/uploads/2015/07/012-Mission%C3%A1rios-numa-rua-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2536" class="wp-caption-text">Imagem via LDS.net.</figcaption></figure></p>
<p>Por <strong>Jeremy</strong></p>
<p>Como um missionário retornado, frequentemente penso em coisas que eu queria ter aprendido, ou sido ensinado antes de ter ido para missão, ou até mesmo bem antes de minha missão. Estas coisas teriam mudado a maneira que eu ensinava e minha abordagem no meu serviço missionário.</p>
<h3>1. Descubra a maneira como você aprende e como os outros aprendem, então ensine à maneira deles.</h3>
<p>Estudos mostram que cerca de 60-65% das pessoas aprendem visualmente. Nunca me liguei nisso. Sempre pensei que eu fosse diferente, e a maioria das pessoas fossem alunos auditivos. Descobri que quando você começa a ensinar alguém, é bom começar dizendo “Nosso desejo é te ajudar a aprender, e entender o que nós estamos ensinando a respeito de Jesus Cristo e o Seu Evangelho, de que maneira normalmente você aprende melhor?”</p>
<p>Logo de cara você já sabe o que precisa fazer, você sabe se precisa usar uma lição “mais concreta” (aprendizagem tátil), ou talvez você precisa de lições com analogias (aprendizagem visual), ou se uma leitura direta das escrituras e o ensino oral é uma opção melhor.</p>
<p>É VITAL que você os ensine da maneira que eles aprendem. Incontáveis pessoas na minha missão se lembravam de quase nada das coisas que tinham sido ensinadas, porque elas tinham sido ensinadas de uma maneira diferente da maneira que elas aprendiam.</p>
<h3>2. Não se esqueça de como você sente o Espírito.</h3>
<p>Muitos missionário sentiram o espírito pela primeira vez através da música, durante um EFY ou algo assim. Muitos deles quando você pergunta sobre histórias que eles sentiram o Espírito também contam histórias de músicas poderosas.</p>
<p>Contudo, por alguma razão quando nós nos tornamos missionários nós não usamos música??? Aprendi na minha missão o PODER sagrado da música. Não sei dizer quantas vezes cantar uma música como “Ó Meu Pai” fez uma pessoa chorar. Se você não sabe cantar, não se preocupe. Deus sempre usa servos imperfeitos!</p>
<p><a href="https://www.lds.org/manual/teachings-heber-j-grant/chapter-18?lang=por" rel="nofollow">Presidente Grant</a> disse o seguinte: “Não é sua eloquência verbal que levará convicção ao coração das pessoas, mas é o Espírito do Deus Todo-Poderoso que arde em seu coração e seu desejo de salvar almas. (&#8230;) ao cantarmos os hinos de Sião, ainda que de modo imperfeito, mas com a inspiração de Deus, tocaremos o coração dos honestos com mais eficácia do que se cantarmos bem, mas sem o Espírito de Deus. Cantem com o Espírito de Deus. Amem as palavras que vocês cantarem. Eu amo os hinos de Sião.”[1]</p>
<p>Tome esta história por exemplo.</p>
<p>“Os Élderes J. Golden Kimball e Charles A. Welch serviram como missionários no sul dos Estados Unidos e nenhum deles afirmava cantar bem. Em certa ocasião, estavam prestes a batizar alguns conversos quando uma turba deu a entender que caso levassem adiante suas intenções de batizar, eles seriam jogados no rio. Os missionários decidiram seguir adiante, independentemente do resultado. Antes, porém, cantaram um hino. O hino parece ter exercido tal influência sobre a turba de malfeitores que eles ficaram quase paralisados. Os irmãos realizaram os batismos e depois se deslocaram para fazer as confirmações do batismo. Receberam uma mensagem da turba pedindo que cantassem o hino novamente, e o pedido foi atendido. O líder da turba, Joseph Jarvis, posteriormente entrou para a Igreja e disse ao Élder Kimball que a mensagem do hino e a inspiração que ele sentiu ao ouvi-lo, nas circunstâncias citadas, foram o fator determinante para sua conversão ao evangelho.” ([1] &#8211; Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Heber J. Grant).</p>
<p>Nunca subestime o poder de hinos, e músicas, como “Ó Meu Pai”. Lembro do meu presidente de missão compartilhando uma história conosco. Na Praça do Templo decidiram pesquisar a respeito do que mais gostavam. E, disseram como sentiam-se quando o coro cantava, e a música mais tocante que a maioria das pessoas lembravam e amavam era “Ó Meu Pai”.</p>
<h3>3. Ganhe a confiança do Senhor, sempre siga o Espírito.</h3>
<p>Próximo a metade de minha missão, meu presidente de missão nos deu esta jóia “É melhor ser confiado do que ser amado”&#8230; Isso me acertou, Deus ama todo mundo, mas será que Ele confia em mim? Eu ganhei Sua confiança? Eu confio Nele? Essas coisas estavam rodando na minha mente enquanto eu assistia a “A Serviço do Senhor”[2] no Pday.</p>
<p>Enquanto assistia o filme, acontece uma história de quando ele não escuta ao Espírito, e alguém morre. Então isto foi dito: “Segurando as lágrimas, Thomas S. Monson virou e andou de volta para a noite. Ele então jurou ali que nunca mais ele iria falhar em atender a um sussurro do Senhor. Ele iria reconhecer as impressões do Espírito quando viessem, e ele iria segui-las onde quer que elas o levassem, sempre a estar ‘a serviço do Senhor’”. &#8211; Élder Jeffrey R. Holland.[3]</p>
<p>E no fim, o Presidente Monson compartilha o seguinte:</p>
<p>“A mais doce experiência que conheço na vida é sentir um sussurro e agir segundo ele, e depois descobrir que foi o cumprimento da oração de alguém ou da necessidade de alguém. E eu sempre quero que o Senhor saiba que se ele precisa de um serviço a ser feito, Tom Monson irá realizar este serviço para Ele”. &#8211; Thomas S. Monson.</p>
<p>Isso mudou minha missão. Eu orei naquele dia, e disse a Deus, que eu queria dizer a mesma coisa. Eu quero estar em um de Teus serviços. E, isso mudou tudo. O poder e a frequência dos sussurros cresceu a medida que agia segundo eles. Queria ter aprendido isso antes. Muitas vezes isso nos levou a tanto aqueles que estavam prontos para serem batizados, quanto para aqueles que estavam prontos a voltar para a Igreja.</p>
<h3>4. Muito provavelmente será a coisa mais difícil que você já fez.</h3>
<p>Você vai estar com outra pessoa 24 horas/7 dias por meses a fio (6 meses foi meu maior tempo com um companheiro, ainda bem que nos dávamos muito bem). Aprender a como se comunicar é vital. Aprender a como estabelecer expectativas é importante. Você PRECISA aprender a amar seu companheiro.</p>
<p>Você também precisa aprender a trabalhar. Trabalhar duro é um importante traço da obra missionária. Caminhar não é divertido. Contudo, você pode aprender aproveitar o que conseguir disso. É muito mais proveitoso caminhar com um amigo que você pode conversar do que caminhar em silêncio. Aprenda a amar isso. Sirva um ao outro. Ore pela família e amigos de seu companheiro durante a oração com o companheiro. Isso derrete a raiva como o sol derrete a geada pela manhã.</p>
<h3>5. O Momento “Aha!” vale tudo.</h3>
<p>É difícil de expressar quão incrível quando você ama alguém, e você está orando por alguém, e então durante uma lição eles tem o momento “Aha!”. Você vê tudo, ocorre um clique, e eles dizem: “É verdade”. Tudo que posso dizer é que o Espírito quando isso acontece é muito poderoso, te faz sentir como se tivesse um milhão de dólares, e você se sente disposto a bater em mil portas só para sentir isso novamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS:<br />
[1]. O Canto do Coração, Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Heber J. Grant, 2011<br />
[2]. On the Lord&#8217;s Errand: The Life of Thomas S. Monson (2008)<br />
[3]. President Thomas S. Monson: Man of Action, Man of Faith, Always “on the Lord’s Errand” By Jeffrey R. Holland President of Brigham Young University, Ensign, February 1986</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artigo original em <strong>mylifebygogogoff.com</strong>. Traduzido por Lucas Castro.</p>
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