Os últimos dias têm sido de grande aprendizado para mim. E no último Domingo, algo inesperado mudou ainda mais minha visão sobre o Livro de Mórmon.

Um grande amigo que reside em Belo Horizonte (amigo que vou chamar aqui de Antônio), havia comentado que seu irmão tinha sido batizado na Igreja há muitos anos. E nesse Domingo, esse irmão do meu amigo estava na cidade, fui então conhecê-lo. Vou chamar esse irmão do Antônio, de Marcos.

Quando lá cheguei, falamos sobre a história de nosso pequeno ramo, relembramos os nomes dos membros que ele conheceu quando se batizou e foi um momento muito descontraído.

Os anos passaram para aquele irmão, ele traçou novos planos e a Igreja, não esteve mais em sua jornada. Ele se mudou de cidade, sua esposa voltou a ter alguns vícios, os filhos não cresceram no Evangelho e a vida seguiu.

Em terminado ponto da conversa, mencionei que a primeira vez que estive na casa de seu irmão (o meu amigo), eu vi um exemplar de O Livro de Mórmon na estante e isso me chamou a atenção. E então ele começou a falar sobre  o Livro de Mórmon.

Antônio não conhece muito sobre a história da Igreja, então comecei a falar sobre a Restauração e sobre Joseph Smith, quando Marcos começou a expressar suas opiniões sobre o Livro de Mórmon…

Ele fez um resumo do que é o Livro de Mórmon, quando e onde foi escrito, por quem foi escrito e depois, veio um comentário que me deixou pensativa por semanas. Ele disse:

“Naquela época, Joseph tinha pouquíssima instrução. Se você pegar a Bíblia e o Livro de Mórmon vai encontrar muitos pontos em comum. Os lugares e as descrições são muito exatas e precisas. Seria impossível para Joseph ter inventado um livro tão perfeito. Além disso, o idioma original do Livro de Mórmon, é sem explicação!”

placas de ouro

Naquele momento, pensei em quantas vezes duvidei da veracidade do Livro de Mórmon antes de tornar-me membro da Igreja…

Aquele membro inativo tem um testemunho muito forte sobre o Livro de Mórmon. Ele tem a certeza em seu coração, de que é um livro inspirado e verdadeiro. E eu também tenho, mas a forma como ele falou sobre abriu minha mente e coração para pensar que eu também tenho essa convicção e posso declará-la com firmeza.

Ainda por outro lado, pensei em quantos membros pelo mundo todo, têm essa mesma convicção e testemunho mesmo não estando na Igreja. Conclui por mim mesma, que o fato de alguém não estar na Igreja, não quer dizer que ela não tenha um testemunho. E o outro lado, também é verdadeiro – o fato de alguém estar na Igreja, não quer dizer que já se tenha um testemunho. Aprendi ainda, que o testemunho se adquire com o tempo e com as experiências e não é um evento isolado, que acontece uma única vez e muda sua vida para sempre em grandes proporções. Talvez, isso aconteça, mas se não acontecer (como não acontece com a maioria das pessoas), tenha calma e continue firme – o testemunho virá.

O nosso testemunho, pode ser fortalecido todos os dias quando buscamos a inspiração do Espírito. Em outros casos, seremos fortalecidos quando menos esperarmos, como foi comigo.  

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