Como membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (também conhecida como Igreja Mórmon) e estudante aqui da BYU, tive a incrível oportunidade de ser parte de uma aula de religião este semestre, focada no Livro de Mórmon. Embora o semestre tenha apenas começado, essa já se tornou minha aula favorita. Esta semana discutimos alguns capítulos de 1 Néfi, uma seção do Livro de Mórmon. Estes capítulos contêm parte da história de Néfi (cuja seção recebeu o seu nome) e sua família, que foram avisados em visão que deveriam fugir de Jerusalém para evitar a destruição e cativeiro que viriam sobre Jerusalém, mencionados no Velho Testamento por profetas, como Jeremias. No capítulo específico que debatemos, Néfi e sua família haviam fugido para o deserto, apenas para receber mais revelações de que deveriam voltar par a cidade para obter um conjunto de placas latão (Um modo antigo para conservação de registros) nas quais estavam gravados os registros dos judeus e também uma genealogia dos antepassados de Néfi (ver 1 Néfi 3:3). Ao trazer estes registros consigo, eles poderiam não apenas guardar um registro dos seus ancestrais, mas também poderiam aprender com os ensinamentos de Cristo inclusos nele e podiam preservar uma cópia do seu idioma, escrito, para ser ensinado e passado de geração para geração, onde quer que o Senhor os enviasse.

Mulher orando - Oração Orar

Oração é a comunicação com Deus

Ao se prepararem para fazer como o Senhor havia ordenado, surgiram algumas dificuldades das quais podemos aprender várias coisas. Uma destas coisas é que o Senhor sabe o que precisa ser feito. Ele é onisciente e todo-poderoso e nos ama e nos ajudará a tonar-nos o melhor que podemos ser. Ele nos dá mandamentos que alargará nossos limites e nos ajudará a expandir de um modo que, doutra maneira, não poderíamos fazer. Entretanto, também sei que Ele nunca nos dá uma tarefa impossível, algo que não podemos fazer. O próprio Néfi expressou isso no que se é uma das minhas escrituras favoritas do Livro de Mórmon: “E aconteceu que eu, Néfi, disse a meu pai: Eu irei e cumprirei as ordens do Senhor, porque sei que o Senhor nunca dá ordens aos filhos dos homens sem antes preparar um caminho pelo qual suas ordens possam ser cumpridas” (1 Néfi 3:7). Gosto muito dessa escritura, não apenas por causa do princípio que é ensinado ali, mas por causa da fé sincera de Néfi no Senhor.

Também debatemos sobre a oração e a importância de comunicar com nosso Pai Celestial. Nosso professor disse algo que realmente me chamou a atenção (a qual vou parafrasear): “A comunicação (oração) com os céus não é para mudar a vontade de Deus, mas para observar Sua vontade e fazer com que a vontade Dele se torne a nossa”. Uau!  Aquilo realmente me chamou a atenção e ajudou-me a lembrar de quão grato sou pelo poder da oração em minha vida. Várias vezes tive minhas orações respondidas de modo milagroso, em situações grandes e pequenas, insignificante ou não, que me ensinaram que Ele realmente se importa comigo. Sei, sem sombra de dúvidas, que o Pai Celestial vive. Ele nos ama, ouve e responde nossas orações. Ele sabe o que precisamos, quais são nossos pontos fortes e fracos e o que nos fará crescer e expandir e nos tornarmos mais semelhantes a Ele. Sou grata pela chance de frequentar a escola aqui na BYU, onde posso aprender os ensinamentos de Cristo de modo tão intenso em minha educação e sou grato além do que posso expressar por palavras, por ser membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Artigo escrito por Shelise R

Recursos Adicionais:

Crenças Básicas Mórmons

Jesus Cristo no Mormonismo

Peça uma cópia gratuita do Livro de Mórmon

 

http://youtu.be/0QOjOi5mtsI