Ninguém tem o direito de nos ofender

“Quando cremos ou afirmamos que nos ofenderam, somente queremos dizer que nos sentimos insultados, maltratados, (…) ou que nos faltaram com o respeito. E, desde cedo, ao nos relacionamos com as demais pessoas, vamos ser objeto de expressões torpes que nos farão sentir vergonha, de observações carentes de escrúpulos e maliciosas, que poderiam fazer com que nos sintamos ofendidos. Não obstante, basicamente, é impossível que outra pessoa lhes ofenda ou que me ofenda. Por certo, crer que outra pessoa nos tenha ofendido é fundamentalmente falso, posto que nos sentirmos ofendidos é um sentimento que escolhemos experimentar e não um estado inferido a nós nem imposto sobre nós por outra pessoa ou coisa. O crer que alguém ou algo poderá fazer com que nos sintamos ofendidos, irritados, tristes emocionalmente ou amargurados diminue nossos arbítrio moral e nos transforma em objetos sobre os quais se atua. Sem embargo, na qualidades de agentes, vocês e eu temos o poder de agir e escolher a forma como reagiremos diante de uma situação (…).”

(Élder David A. Bednar, A Liahona. Novembro de 2006, pág. 90)

Palavras-chave: Atitude, Ofensas, Arbítrio.

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