A História

Nota do editor: esta é uma história pessoal de como duas mulheres entraram para a Igreja. É importante lembrar que o modo de vida de cada pessoa é diferente. Reconhecemos que os membros da Igreja que sentem atração por pessoas do mesmo sexo devem encontrar a solução mais apropriada para sua situação.  A série ‘Dividindo o Céu’ compartilhou esta história. É uma série de documentários no YouTube com histórias de mulheres predominantemente membros de A Igreja de Jesus Cristo do Santo dos Últimos Dias.

Em um vídeo comovente, casal LGBTQIA+ conta sua história. Nesse vídeo, elas explicam que se divorciaram para entrar para a Igreja.

“Crescer literalmente despedaçou minha alma. Eu sabia que a Igreja era verdadeira e sabia que uma parte fundamental de quem eu era estava agindo opostamente às minhas crenças”,

Explica Courtney falando sobre os anos que viveu em segredo como casal LGBTQIA+ e membro da Igreja. Depois de deixar a Igreja e encontrar uma mulher por quem se apaixonou e com quem se casou mais tarde, Courtney e sua esposa, Rachelle, quiseram a voltar para o e Evangelho. Isso fez com que elas mais tarde se divorciassem e entrassem para a Igreja.

Veja o vídeo aqui:

Entendendo a Lei da Castidade: um compromisso sagrado

Para compreender este mandamento é fundamental entender o que chamamos de Lei da Castidade. No mundo de hoje, vê-se a intimidade física, frequentemente como algo casual ou recreativo, mas, em nossa fé, temos uma visão profundamente diferente e sagrada sobre o corpo e a sexualidade.

A Lei da Castidade é o mandamento de Deus que exige abstinência sexual completa antes do casamento e fidelidade total dentro dele. E, para nós, Santos dos Últimos Dias, a definição de casamento é específica: a união legal e legítima entre um homem e uma mulher.

Além da pureza física

Mas a castidade vai além do ato físico. Assim, ela envolve a pureza de pensamento e de linguagem. Portanto, nossos corpos são templos sagrados que abrigam nossos espíritos. Logo o poder de criar vidas é uma das maiores dádivas que Deus concedeu aos Seus filhos. Todavia, por ser um poder tão sagrado, Deus ordenou que usasse ele apenas dentro dos laços do matrimônio, onde a intimidade fortalece a união do casal e prepara um ambiente estável para a chegada dos filhos.

Assim, viver esse mandamento exige autodisciplina e fé. Significa controlar os instintos naturais e alinhar a vontade pessoal com a vontade do Senhor. Ao viver a Lei da Castidade, buscamos evitar as cicatrizes emocionais e espirituais que muitas vezes acompanham relacionamentos casuais ou instáveis.

Assim, isso é uma forma de dizer a Deus que respeitamos o corpo que Ele nos deu e que confiamos no Seu tempo e na Sua maneira de fazer as coisas.Assim, sei que, ao manter meus pensamentos e ações puros, posso ter a companhia constante do Espírito Santo para me guiar em todas as outras áreas da vida.

Fonte: DS Living Staff