animal no plano de salvação
Uma das questões frequentemente levantadas a cerca da aplicação das leis do Plano de Salvação diz respeito ao propósito e destino eterno da vida animal criada por Deus. Com um objetivo maior do que apenas servir e auxiliar o homem, a criação animal enaltece a beleza do mundo através de sua diversidade, exalta a complexidade da criação e o papel divino do Criador.

Ainda assim, uma análise cuidadosa às escrituras sagradas e registros históricos da Igreja revelam que o Plano de Salvação arquitetado por Deus é muito mais abrangente do que alguns talvez suponham.

As Escrituras nos exortam a tratar os animais com respeito

Após criar e diversificar a vida animal sobre a terra, as escrituras indicam que Deus viu tais criações como “boas.”[1] Em outras ocasiões, o Senhor estabeleceu leis e diretrizes que visavam proteger animais de maus tratos, de modo que até mesmo o Dia do Senhor, como prescrito na Lei Mosaica, proibia a utilização do serviço animal durante o período.[2]

Tal princípio se torna evidente quando um dos autores do livro de Provérbios—apossivelmente Salomão—adeclarou:

“O justo tem consideração pela vida dos seus animais, mas as afeições dos ímpios são cruéis.”[3]

O Milênio trará o fim à toda violência contra e entre animais

Isaías testificou dessa verdade declarando:

“E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e o animal cevado andarão juntos, e um menino pequeno os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, seus filhos se deitarão juntos, e o leão comerá palha como o boi. E brincará a criança de peito sobre a toca da áspide, e a desmamada colocará a sua mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar.”[4]

O Senhor posteriormente forneceu a Oséias mais detalhes do estado e “alianças” que faria com Sua criação animal no Milênio:

“E naquele dia farei por eles aliança com as feras do campo, e com as aves do céu, e com os répteis da terra; e da terra quebrarei o arco, e a espada, e a guerra, e os farei deitar em segurança.”[5]

O próprio Jesus Cristo em determinada ocasião fortaleceu o nobre papel da vida animal quando afirmou que “nenhum deles está esquecido diante de Deus.”[6]

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