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	Comentários sobre: Quando sofro injustiça, como devo reagir? Dar a outra face ou lutar?	</title>
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	<description>Conteúdo sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Brasil e o mundo.</description>
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		<title>
		Por: Lucas Guerreiro		</title>
		<link>https://maisfe.org/inspiracao/como-reagir-a-injustica/#comment-32593</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas Guerreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 22:09:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://maisfe.org/inspiracao/como-reagir-a-injustica/#comment-32563&quot;&gt;Sonia palmeira&lt;/a&gt;.

Tem razão. Acho que o exemplo não foi bom. Desculpe. Eu não agiria assim. Mas veja: eu disse que a maçã foi furtada, não roubada (não houve violência e grave ameaça). Ademais, eu acho que legítima defesa é essencial. Na primeira e na última afronta precisamos nos defender. Não podemos ser passivos. Gosto de um exemplo dado pelo Elder Oaks. Ele disse:
&quot;Como exemplo do meu conceito de lutar contra o mundo, quero contar-lhes uma experiência pessoal que nunca mencionei em público. Foi algo que aconteceu
há mais de 50 anos. Eu era sargento da Guarda Nacional de Utah, tinha completado 21 anos de idade e concluído todos os estudos necessários para qualificar-me para oficial, no posto de tenente de artilharia. Só faltava uma coisa: precisava passar no exame médico. Apresentei-me na unidade médica do exército. Os que ali trabalhavam eram da reserva, como eu, o que talvez explique o que aconteceu. Um cabo aplicou-me um teste de daltonismo. Mostrou-me umas doze páginas cheias de pontinhos coloridos e perguntou qual era o número que eu via nos pontinhos de cada página. Depois que terminei o teste, ele fechou o livro, com certa aspereza, e disse: “Sargento, você nunca poderá se tornar oficial porque é daltônico”.
Fiquei perplexo. Se eu era daltônico, tinha ficado sabendo naquele momento. Decepcionado e um pouco ofendido, decidi que se eu, que era sargento, não podia passar no exame médico para oficial, não seria rejeitado por um cabo, que era meu inferior hierárquico. Exigi que fosse atendido pelo capitão, que era médico e estava em sua mesa, do outro lado da sala. Lutei contra o sistema e fiz isso com tamanha insistência que o cabo, relutante, acabou levando-me para ver o capitão.
“Qual é o problema? perguntou o médico. Expliquei o ocorrido, e ele pegou o livro de pontinhos coloridos da mão do cabo e, para alívio meu, aplicou-me o teste pessoalmente. Depois de eu ter-lhe dito todos os números que via naqueles pontinhos coloridos, ele falou com muita franqueza para nós dois, dizendo: “Sargento, você passou no teste. Cabo, você é que é daltônico”.
Foi assim que me qualifiquei para o posto de tenente da Guarda Nacional de Utah, o que me abriu muitas portas e me proporcionou importantes experiências de vida. Há momentos em que é preciso lutar.&quot; (Serão do SEI para os Jovens Adultos • 4 de Novembro de 2007 • Élder Dallin H. Oaks)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://maisfe.org/inspiracao/como-reagir-a-injustica/#comment-32563">Sonia palmeira</a>.</p>
<p>Tem razão. Acho que o exemplo não foi bom. Desculpe. Eu não agiria assim. Mas veja: eu disse que a maçã foi furtada, não roubada (não houve violência e grave ameaça). Ademais, eu acho que legítima defesa é essencial. Na primeira e na última afronta precisamos nos defender. Não podemos ser passivos. Gosto de um exemplo dado pelo Elder Oaks. Ele disse:<br />
&#8220;Como exemplo do meu conceito de lutar contra o mundo, quero contar-lhes uma experiência pessoal que nunca mencionei em público. Foi algo que aconteceu<br />
há mais de 50 anos. Eu era sargento da Guarda Nacional de Utah, tinha completado 21 anos de idade e concluído todos os estudos necessários para qualificar-me para oficial, no posto de tenente de artilharia. Só faltava uma coisa: precisava passar no exame médico. Apresentei-me na unidade médica do exército. Os que ali trabalhavam eram da reserva, como eu, o que talvez explique o que aconteceu. Um cabo aplicou-me um teste de daltonismo. Mostrou-me umas doze páginas cheias de pontinhos coloridos e perguntou qual era o número que eu via nos pontinhos de cada página. Depois que terminei o teste, ele fechou o livro, com certa aspereza, e disse: “Sargento, você nunca poderá se tornar oficial porque é daltônico”.<br />
Fiquei perplexo. Se eu era daltônico, tinha ficado sabendo naquele momento. Decepcionado e um pouco ofendido, decidi que se eu, que era sargento, não podia passar no exame médico para oficial, não seria rejeitado por um cabo, que era meu inferior hierárquico. Exigi que fosse atendido pelo capitão, que era médico e estava em sua mesa, do outro lado da sala. Lutei contra o sistema e fiz isso com tamanha insistência que o cabo, relutante, acabou levando-me para ver o capitão.<br />
“Qual é o problema? perguntou o médico. Expliquei o ocorrido, e ele pegou o livro de pontinhos coloridos da mão do cabo e, para alívio meu, aplicou-me o teste pessoalmente. Depois de eu ter-lhe dito todos os números que via naqueles pontinhos coloridos, ele falou com muita franqueza para nós dois, dizendo: “Sargento, você passou no teste. Cabo, você é que é daltônico”.<br />
Foi assim que me qualifiquei para o posto de tenente da Guarda Nacional de Utah, o que me abriu muitas portas e me proporcionou importantes experiências de vida. Há momentos em que é preciso lutar.&#8221; (Serão do SEI para os Jovens Adultos • 4 de Novembro de 2007 • Élder Dallin H. Oaks)</p>
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		<title>
		Por: Sonia palmeira		</title>
		<link>https://maisfe.org/inspiracao/como-reagir-a-injustica/#comment-32563</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sonia palmeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2018 16:52:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi, Lucas! Gostei do seu artigo até chegar no ponto &quot;A Lei da Guerra: Lidando com a injustiça&quot;. Da forma como você descreveu então a pessoa deve aceitar passivamente que suas coisas sejam roubadas (seu exemplo foi a moça e a maçã) e se isso ocorrer uma segunda e ainda uma terceira vez deve continuar aceitando, assim, na boa? Fiquei imaginando a cena: a moça estava para comer sua deliciosa maçã, veio um cara e a tomou; daí ela, entristecida, pega mais um dinheirinho que tinha no bolso, vai lá no mercadinho da esquina e compra outra maçã. Quando se prepara para dar a primeira mordida vem o mesmo ladrão e a toma, pela segunda vez. Novamente ela procura se ainda tem algum dinheiro e encontra algumas moedas num bolso que não mexia há muito tempo, e volta ao mercadinho adquirindo uma terceira maçã. Já faminta, olha pra todos os lados para garantir que não vai ser surpreendida e quando vai morder: bingo! O cara passa correndo e leva sua terceira maçã!! E agora, sem dinheiro e sem maçã, ela ainda não deve fazer nada a respeito? Não vai procurar uma delegacia, não vai denunciar o ladrão, vai ficar assim, eternamente sendo roubada, esperando por &quot;bençãos&quot; que caiam do céu??  O ladrão até vai se apaixonar por ela, pois sabe que pode a atacar o quanto quiser que sempre irá sair com algo seu!!! Depois das maçãs virão outras coisas... Olha, me desculpe, mas isso é ser trouxa! Ser Cristão não significa ser trouxa, me desculpe! Jesus ensinou: &quot;sede puros como as pombas, porém prudentes como a serpente&quot;. Eu poderia falar muito sobre isso mas pra não ficar extenso, vou ficar só nisso: se pensar nas características das serpentes, elas são um dos animais mais venenosos que existem, mas isso só é utilizado para DEFESA, pois ela nunca ataca, apenas se defende! E Jesus disse que devemos ser prudentes como elas, ou seja, não procurarmos problemas, não atacarmos ninguém, MASSSSSS nos defendermos! E se defender significa tomar atitude! Não deixar que os outros nos façam o mal, não revidando, mas nos protegendo. Um abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Lucas! Gostei do seu artigo até chegar no ponto &#8220;A Lei da Guerra: Lidando com a injustiça&#8221;. Da forma como você descreveu então a pessoa deve aceitar passivamente que suas coisas sejam roubadas (seu exemplo foi a moça e a maçã) e se isso ocorrer uma segunda e ainda uma terceira vez deve continuar aceitando, assim, na boa? Fiquei imaginando a cena: a moça estava para comer sua deliciosa maçã, veio um cara e a tomou; daí ela, entristecida, pega mais um dinheirinho que tinha no bolso, vai lá no mercadinho da esquina e compra outra maçã. Quando se prepara para dar a primeira mordida vem o mesmo ladrão e a toma, pela segunda vez. Novamente ela procura se ainda tem algum dinheiro e encontra algumas moedas num bolso que não mexia há muito tempo, e volta ao mercadinho adquirindo uma terceira maçã. Já faminta, olha pra todos os lados para garantir que não vai ser surpreendida e quando vai morder: bingo! O cara passa correndo e leva sua terceira maçã!! E agora, sem dinheiro e sem maçã, ela ainda não deve fazer nada a respeito? Não vai procurar uma delegacia, não vai denunciar o ladrão, vai ficar assim, eternamente sendo roubada, esperando por &#8220;bençãos&#8221; que caiam do céu??  O ladrão até vai se apaixonar por ela, pois sabe que pode a atacar o quanto quiser que sempre irá sair com algo seu!!! Depois das maçãs virão outras coisas&#8230; Olha, me desculpe, mas isso é ser trouxa! Ser Cristão não significa ser trouxa, me desculpe! Jesus ensinou: &#8220;sede puros como as pombas, porém prudentes como a serpente&#8221;. Eu poderia falar muito sobre isso mas pra não ficar extenso, vou ficar só nisso: se pensar nas características das serpentes, elas são um dos animais mais venenosos que existem, mas isso só é utilizado para DEFESA, pois ela nunca ataca, apenas se defende! E Jesus disse que devemos ser prudentes como elas, ou seja, não procurarmos problemas, não atacarmos ninguém, MASSSSSS nos defendermos! E se defender significa tomar atitude! Não deixar que os outros nos façam o mal, não revidando, mas nos protegendo. Um abraço!</p>
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