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	Comentários sobre: Perguntas e respostas: Não amo mais meu cônjuge. Devo pedir o divórcio?	</title>
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	<description>Conteúdo sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Brasil e o mundo.</description>
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		Por: Reinaldo		</title>
		<link>https://maisfe.org/familia/nao-amo-mais-meu-conjuge-devo-pedir-o-divorcio/#comment-39590</link>

		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 00:29:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Essa é uma perspectiva totalmente fundamentada nos sentimentos de um lado do casal. E a outra parte? Foi ouvida por alguém? O Bispo, Pres. da Estaca? Como aferir a veracidade do que foi dito sem ouvir a contraparte? Acho uma temeridade sugerir opções de ação para alguém, sem considerar a outra pessoa envolvida. Fui Bispo e passei por situações bem mais difíceis, mas pude compreender melhor a situação quando entrevistava casais separadamente e depois juntos. Assim foi possível percebermos o cerne do problema e ajudá-los a buscar respostas e estabelecer compromissos. Da minha experiência como marido e bispo: dificilmente apenas um dos lados tem toda a culpa. A menos que ocorram situações em que haja abuso físico e moral, comportamento imoral, violência, ameaças, negligência, omissão, aí quem resolve é a justiça e o divórcio uma realidade. Fora isso, a melhor solução na minha opinião, é ouvir a contraparte, fazê-la entender o que acontece, ajudá-los a buscar uma solução para seu casamento através das opções disponíveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma perspectiva totalmente fundamentada nos sentimentos de um lado do casal. E a outra parte? Foi ouvida por alguém? O Bispo, Pres. da Estaca? Como aferir a veracidade do que foi dito sem ouvir a contraparte? Acho uma temeridade sugerir opções de ação para alguém, sem considerar a outra pessoa envolvida. Fui Bispo e passei por situações bem mais difíceis, mas pude compreender melhor a situação quando entrevistava casais separadamente e depois juntos. Assim foi possível percebermos o cerne do problema e ajudá-los a buscar respostas e estabelecer compromissos. Da minha experiência como marido e bispo: dificilmente apenas um dos lados tem toda a culpa. A menos que ocorram situações em que haja abuso físico e moral, comportamento imoral, violência, ameaças, negligência, omissão, aí quem resolve é a justiça e o divórcio uma realidade. Fora isso, a melhor solução na minha opinião, é ouvir a contraparte, fazê-la entender o que acontece, ajudá-los a buscar uma solução para seu casamento através das opções disponíveis.</p>
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